No dia 04/10/2004, em assembléia geral, trabalhadoras e trabalhadores decidiram pela continuidade da greve bancária. A categoria reafirmou sua opção pelo reajuste salarial de 25% frente à intransigência assumida pela FENABAM (Federação Nacional dos Bancos) em nao dialogiar com grevistas.

A greve bancária chega hoje no seu vigésimo dia e se mostra desde já como a mais duradoura mobilização da categoria bancária em quarenta anos. Apesar do cansaço, bancárias e bancários reforçam o chamado para que grevistas participem dos priquetes e não façam uma "greve de pijamas".

A mobilização está recebendo manifestos de solidariedade de diversos sindicatos e movimentos sociais, em especial o MST, que está enviando 100 militantes de suas bases no reforço das manifestações bancárias.