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| | Novo Cartaz - Manifestação Pró Israel
Novo Cartaz Manifestação de Apoio a Israel Domingo 18/01 Memorial da America Latina
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O Ovo da Serpente Muito bom, Jacaré. Admiro os homens de bem como você. Só um VERME é incapaz de não se solidarizar com esse povo torturado pelo câncer SIONISTA. Parabenizo os indignados. POR FAVOR, AJUDEM A DIVULGAR ESSE CARTAZ EM TODOS OS SITES E BLOGS DECENTES. Não choquem o OVO DA SERPENTE NAZI-SIONISTA. CONTRA-MANIFESTAÇÃO JÁ! Todo mundo, no dia 18, no mesmo horário e local onde ser realizará essa passeata nazi-sionista, devem estar presente para fazer contra-propaganda (de preferência com este panfleto na mão). Esses miseráveis genocidas não vão desfilar nas nossas ruas impunemente sem ouvir uma boa lição da nossa boca. E se partirem pra cima, teremos defesa! Golda Meir MEU DEUS, essa frase, foi a maior frase XENOFOBICA que eu ja vi em toda a minha vida, parabems, o tio adolfinho iria ficar orgulhoso dessa limpeza etnica.E o tio Goebbels iria ficar orgulhoso desta propoganda racista Racismo explícito O cartaz contém frases que incitam o ódio, a violencia e o racismo. Essa manifestação é ilegítima. A expressão "descansem em paz" induz a pensar que Israel deve tirar vidas. Dizer que os árabes não são seres humanos é racismo puro. Essa manifestação deve ser proibida e os responsáveis processados. Nazisrael Só pode ser piada isso! Como os sionistas querem paz, se isso é tudo que eles menos querem? Tão querendo gozar com a cara de quem, bando de assassinos imperialistas? Repudio esse tipo de crime contra a humanidade, assim como repudio manifestações pró-sionistas. Chega de Sionismo! Chega de Israel! Ironia e Sarcasmo Interessante como tem gente aqui que não entendeu a "piada"... Parabéns Muito bem feito, parabéns! Disse tudo! Manifestação Pró Israel Interessante como os algozes carniceiros sionistas utilizaram recortes fotográficos de mulheres e crianças assassinadas pela máquina de terror israelense publicadas pela imprensa para alardear sua suposta caminhada. Caminhada única e exclusivamente apoiada pela massa de manobra das igrejas evangélicas, essa vastamente financiada pelo capital judeu. Os pró-terroristas israelenses estão perdendo o bom senso e apelando para a total hipocrisia. Manipulação ë profundamente triste ver como utilizam uma imagem dessas, alterando a realidade. Este cartaz foi manipulado de forma a gerar a discordia. Isso é o mais abominável o cartaz acima é falso O cartaz que está apresentado NÃO é o cartaz produzido pela ferederação Israelita. O cartaz é falso. O verdadeiro não possui fotos e não modifica a frase de Golda Meir. Midia independente deve verificar as fontes. Falso ou verdadeiro é uma aberração De fato fizeram uma pilhéria contra o verdadeiro cartaz da manifestação dos NAZI-SIONISTAS na Barra Funda. Mas e daí? O que importa é que a manifestação em si é uma CANALHICE. Sob o título de PAZ, esses vermes cinicamente estão, de fato, fazendo propaganda nazi-sionista, monstruosa. Manifestar-se a favor de Israel agora é uma aberração monstruosa. Não podemos aceitar mais esse crime no Brasil. Mais dia menos dia essa corja nazi-sionista prestará constas nos tribunais que julgarão crimes contra a humanidade. Quando esses tribunais não forem controlados por seus amiguinhos. É hora de cortar o mal pela raíz! ORGANIZAR JÁ UMA CONTRA-MANIFESTAÇÃO! ESSES FASCISTAS NÃO PODEM SAIR IMPUNES! MORTE AO SIONISMO! MORTE AO CAPITALISMO! VIVA A RESISTENCIA POPULAR! chega de mentiras O mundo do terror que Israel está enfrentando não é apenas físico mas ocorre, principalmente, em duas áreas distintas: a da psicologia e a da educação. Que estão intimamente ligadas. Em um mundo pluralista, com raízes, cultura e interesses próprios, cada opinião é emitida de acordo com valores prévios, informações convenientes e modismos efêmeros. O desafio está em explicar o diferente; em conciliar com o desconhecido; em negociar com o estranho. Mas quando lidamos com o mundo gago, repetitivo, que fala em genocídio e desproporcionalidade, de maneira tão constante quanto hipócrita; tão convincente quanto cínica, e que reluta em ouvir as palavras paz e justiça, ele se transforma no mundo surdo, mais pela inércia e pelo desconhecimento, do que pela deturpação proposital da inegável racionalidade. Que apelida o terrorismo de resistência, e qualifica a morte como bênção divina. É o verdadeiro mundo míope. Vencer a guerra é conseguir fazer com que o mundo da paz acorde o mundo consciente e, juntos, eliminem o mundo irracional. Mundo míope: educação para o terror Alguns questionamentos sobre o conflito Com quem Israel deve negociar a paz ? Com o Hamas... que não reconhece a sua existência, ou com o Irã, que quer ?apagá-lo do mapa? ? Você já presenciou uma negociação do presidente Lula com narcotraficantes de alta periculosidade no Palácio do Planalto ? Enquanto representantes brasileiros tentam "importar" a guerra para o mundo pacífico, o diplomata brasileiro Sergio Vieira de Melo é explodido em um atentado com um caminhão-bomba islamita na embaixada da ONU e outro brasileiro, o engenheiro João José Vasconcelos, foi sequestrado e assassinado covardemente pelos êmulos do Hamas - apenas para citar dois exemplos recentes. O justo seria terrorismo de estado ou terrorismo contra estados legitimamente constituídos, como o Brasil e Israel ? Por que o mundo não apela para que a Espanha dialogue com o ETA, a Colômbia com as FARC, a Turquia com o PKK curdo, os EUA com Bin Laden... Em quem Israel deve confiar ? No Hamas, que ainda não cumpriu o acordo feito sob as bênçãos da ONU para devolver o soldado Gilad Shalit, sequestrado há mais de dois anos na fronteira com Gaza ? Ou no Hamas que, durante os seis meses do cessar-fogo, continuou disparando milhares de foguetes contra cidades israelenses, leia-se civis, e que não aceitou prorrogar a trégua ? Ou no Hamas, que nunca teve piedade ao explodir restaurantes e ônibus lotados em Tel-Aviv, Haifa e Jerusalém e que também é inimigo de inocentes cidadãos palestinos e dos árabes moderados - que são impingidos a não concretizar a paz com Israel ? Interesses eleitorais na guerra ? O que os dirigentes de um país de bom senso devem fazer quando cerca de um milhão de cidadãos estão diariamente, há vários anos, sob a mira de milhares de foguetes ? Quais são os interesses eleitorais que podem existir quando o governo e a oposição estão em consenso quanto à importância de silenciar o terror imediatamente ? Quando o mundo vai perceber que, quando se trata de Israel, a única política que vigora é a preservação do único Estado Judeu, aprovado pela ONU há apenas 60 anos ? Como dizia David Ben Gurion, ?Israel pode ganhar 50 guerras e nada acontecerá a seus inimigos. Mas, perdendo uma, esta será a última?. Funeral do soldado Nitai Stern, em Jerusalém Interesses comerciais com a guerra ? Israel gasta US$ 560 milhões por semana com o conflito. E perde outros milhões com o turismo. Outros milhões com a segurança. E tudo isto em plena crise financeira internacional... Mais: Israel perde vidas, o que é para ele é inconcebível. Por outro lado, a indústria do terror produz uma infinidade de mártires, ganha milhares de adeptos com o pseudo-marketing, mobiliza bilhões de dólares em todo o mundo, enche o bolso de líderes corruptos... Um Holocausto ? Só se for de críticas orquestradas contra Israel. Será que, ao realizar experiências mórbidas e exterminar milhões de inocentes, apenas para criar a suposta ?raça pura?, a Alemanha nazista realmente estava apenas se defendendo - como Israel faz hoje ? Você soube de algum judeu que lançou um foguete sequer contra cidades alemãs antes, durante ou depois da ascensão do nazismo ? Conheceu algum judeu que, algum dia, declarou que tinha como objetivo exterminar todo o povo alemão ? Ou que pretendia doutrinar as crianças judias para terem ódio mortal e eterno dos alemães ? Ou que atacou algum alemão em qualquer lugar do mundo ? Alemão é diferente de nazista ! Por que, quando se fala de palestinos, a mídia não distingue claramente cidadãos inocentes de terroristas sanguinários, mas fala sempre em ?causa palestina? ? A ?causa? é um legítimo Estado seguro e em paz, ou é a constante matança gratuita, ordenada por seus líderes, e ainda não condenada pelo mundo, com o único propósito de eliminar Israel ? Palestino é diferente de terrorista ! "O bom Deus, que limitou a inteligência humana, bem que poderia ter limitado também a estupidez" Konrad Adenauer, ex-primeiro-ministro alemão Quanto tempo os judeus tiveram que esperar para o mundo dito civilizado se mobilizar durante a II Guerra Mundial ? O tempo necessário para exterminarem 6 milhões de inocentes vidas judaicas. É ?proporcional? esperar de novo este tempo ? É ?proporcional? que civis israelenses esperem ainda quanto tempo para que os foguetes que hoje atingem suas casas acertem seu coração - apenas para o jogo terminar empatado ? É ?proporcional? que o Exército israelense invista bilhões em armamentos de precisão cirúrgica e avise previamente sobre os ataques que vai realizar, tentando com isto evitar a morte de civis palestinos, enquanto os sádicos terroristas aproveitam estas mesmas informações para enfileirar propositadamente inocentes na frente dos canhões, guardar bombas em quartos de hospitais, armamentos em mesquitas e granadas em creches ? É ?proporcional? que Israel eduque seus filhos para o futuro, enquanto os terroristas construam o futuro de mais uma geração... de suicidas ? Você sabia que 10 mil projéteis foram lançados pelo Hamas contra cidades israelenses desde 2001 ? E que, desses, 6,5 mil foram disparados depois de Israel ter saído totalmente da Faixa de Gaza, em 2005, na esperança de obter a paz ? Como crescerão as crianças israelenses que, sob tensão, tiveram que aprender a usar pagers para serem alertados várias vezes por dia sobre um iminente ataque de foguetes ? Quanto tempo ainda milhares de civis israelenses, muitos dos quais bebês e idosos, vão correr apavorados para tentar chegar em 15 segundos aos bunkers e rezar por sua sobrevivência ? Quantos civis israelenses serão obrigados a abdicar do trabalho, do estudo, do lazer, da normalidade do dia-a-dia para poderem ser chamados pela mídia de vítimas, pelo menos esporadicamente, ao invés de serem os permanentes vilões ? Israel deve aceitar quantas mortes e sequestros de civis para começar a reagir ? E quantos foguetes devem cair, mesmo sem vítimas fatais, para ser o momento de se manifestar... com justiça ? Destruição na cidade israelense de Beer Sheva: onde está a mídia ? Por que até agora nenhum país que critica Israel abriu suas portas para acolher, com todo carinho, estes ?indefesos? terroristas ? Alô, Hugo Chavez ! Por que o Egito, quando assinou o tratado de paz com Israel, não aceitou o território de Gaza como parte do acordo ? Por que os palestinos não aceitaram a oferta de Israel de um Estado independente, com o controle total de Gaza, proposto por Ehud Barak a Yasser Arafat ? Por que o mundo custa tanto a admitir que Israel não inicia guerras, mas mesmo assim está sempre disposto a negociar e a ceder ? como fez com o Egito e com os próprios palestinos liderados por Arafat ? O primeiro-ministro israelense Ehud Olmert visita um soldado ferido por foguetes do Hamas Por que o mundo não contabilizou diariamente quantos civis palestinos e membros do oposicionista Fatah foram torturados e assassinados brutalmente quando o Hamas assumiu o poder em Gaza ? E quantos membros do Hamas - acusados de traição - são assassinados ainda hoje pelos seus próprios companheiros, sem a contagem aritmética pela mídia ? O que o Hamas faz com os milhões de dólares despejados em Gaza, já que sua população não possui condições mínimas de sobrevivência ? Adquire mais e mais armamentos e premia as famílias dos homens-bomba ? Quando a mídia vai perceber que jornalismo se faz imparcialmente, deixando as opiniões para o editorial ? Por que os "humanistas" de plantão, especialistas em diabolizar Israel, que surgem como técnicos de futebol em ano de Copa do Mundo, e políticos em época de eleições, não alertam para as ?areias movediças? do mundo selvagem, como a divulgação de fotos deturpadas, informações manipuladas e declarações teatralizadas ? Você sabia, por exemplo, que o canal France 2 divulgou mortes que aconteceram no dia 05 de Janeiro de 2009, teoricamente provocadas pelo Exército de Israel, quando, comprovadamente, elas ocorreram no dia 23 de setembro de 2005, como resultado da explosão acidental de um caminhão que transportava armamentos do Hamas ? A France 2 admitiu que foi enganada pela propaganda palestina... Você se lembra da morte da menina Huda Ghaliya - que na mídia foi atingida por Israel e na realidade por armas terroristas ? Quantas gerações serão necessárias para os palestinos entenderem a histórica frase de Golda Meir: "Não odeio os árabes por tentarem matar nossas crianças; os odeio por nos fazer matar suas crianças. Não haverá paz com os árabes enquanto eles nos odiarem mais do que amam suas crianças". Quando o Irã e o Hamas vão implementar algo parecido com a declaração de independência de Israel, que desde 1948 é taxativa: ?Nós estendemos a mão da amizade, da paz e da boa vizinhança a todos os Estados que nos avizinham e a seus povos?. E quando alguém vai passar uma borracha na frase ?Israel continuará existindo até que o Islã o apague?, que consta em letras maiúsculas no ?Pacto do Hamas? desde a sua criação ? Quando a ONU vai entender que Israel é um país a ela filiado e o Hamas um dos grupos que aterrorizam a ordem mundial ? Será que a ONU tem tamanha ingenuidade a ponto de acreditar que o terrorismo contra Israel é tão somente por um pedaço no mapa mundi ? Será que ela realmente não percebe que, por trás de tudo isto, há o doentio e incontrolável desejo de eliminar o único Estado Judeu, custe o que custar, e a intenção de criar mais uma fanática e opressora República Islâmica ? Até quando a ONU vai fingir que não ouve as ameaças, verbais e expressas, neste sentido, feitas diariamente pelo Irã e pelo Hamas ? Quando o mundo vai repreender de fato este terror psicológico, e físico, com eficazes sanções comerciais, diplomáticas etc ? Quando vai proibir que poderosos armamentos bélicos sejam contrabandeados por seus filiados a grupos considerados terroristas ? Quando vai publicar uma resolução para que o Sudão interrompa imediatamente a carnificina que já matou 300 mil cristãos, que dê um basta à tirania assassina de Ruanda e encerre de vez com os conflitos entre as 300 tribos que se entredevoram na muçulmana Somália ? Enfim, quando vai transformar propostas inócuas e paliativas em uma solução de paz definitiva ? Quantas vezes a ONU criticou publicamente ataques antissemitas que vem ocorrendo há décadas contra entidades judaicas em vários países ? muito antes do atual conflito ? Ou será que Israel será sempre declarado culpado pelo simples fato de existir e isto autoriza/justifica pichações, incêndios e é, por si só, um sinal verde para aterrorizar e matar judeus em sinagogas e cemitérios no mundo inteiro ? A ?Noite dos Cristais? começou assim... Por que a ONU não reconhece publicamente que o Hamas está cometendo três crimes simultaneamente: disparando foguetes contra alvos civis, utilizando sua população como escudo e pregando a destruição de um país membro de sua própria entidade ? O mundo da inteligência precisa encontrar urgentemente o mundo da ação ? e da conciliação. Que o mundo da paz possa comemorar algum acordo definitivo no Oriente Médio e que as palavras ?Shalom? e ?Salam? sejam realmente sinônimas de harmonia, convivência e civilidade no mundo do futuro. Eureka Eu, Herman Göring, dedico as palavras abaixo a meu amigo Mauro, nazi-sionista. O povo, por natureza, não deseja a guerra... Mas são os dirigentes que determinam a política. É fácil atrair o país atrás de si, seja uma democracia, uma ditadura fascista ou comunista. Basta explicar-lhe que ele é atacado e denunciar os pacifistas por sua falta de patriotismo expondo a nação ao perigo. Hermann Göring, comandante-chefe da Luftwaffe Um pouco de história O ?HOLD-UP? DO SÉCULO XX Como os sionistas cometeram a mais importante felonia com a colaboração do mundo inteiro Alain Coutte Contrariamente ao que muitas pessoas puderam crer, o ?hold-up? do século XX não ocorreu em 8 de agosto de 1963, quando Ronnie Biggs e seus acólitos atacaram o trem postal Glasgow-Londres e apoderaram-se de um butim avaliado na época em 2,6 milhões de libras esterlinas. Ele ocorreu em 29 de novembro de 1947 com a resolução 181 da O.N.U. Quem eram os personagens que compunham naquele momento a ?gangue sionista? que cometeu esse hold-up? 1. De um lado, os americanos, tendo à sua frente: 1.1 O presidente americano Roosevelt que, ele próprio, tinha ancestrais judeus. Sua família descendia dos Rossocampo, expulsa da Espanha em 1620. Buscando refúgio na Alemanha, na Holanda e em outros países, os membros da família mudaram seu nome para Rosenberg, Rosenbaum, Rosenblum, Rosenvelt e Rosenthal. Os Rosenvelt do norte da Holanda tornaram-se, enfim, Roosevelt nos Estados Unidos. ?O presidente americano Franklin Delano Roosevelt indicou que o primeiro Roosevelt chegou nos Estados Unidos em 1649. Seu nome era Claes Rosenvelt. Ele era judeu. Nicholas, o filho de Claes, era o ancestral de Franklin e Theodore. Ele desposou uma judia, Kunst, em 1682. Nicholas teve um filho que ele chamou de Claes Rosenfelt. Ele era judeu.? (The Corvallis Gazette Times de Corballis, Oregon) O mesmo Roosevelt declarava, durante a sua campanha eleitoral em 1940, ?Vossos filhos não serão enviados em guerras estrangeiras?. Pensava ser importante combater Hitler e o desejava ardentemente, encorajado pelo muitíssimo influente lobby judeu americano. Em 7 de outubro de 1940, McCollum redigiu um memorando em oito pontos para Roosevelt sobre como forçar o Japão a entrar em guerra contra os Estados Unidos, incluindo um embargo sobre o petróleo contra o Japão. Todos esses projetos realizaram-se. Em 23 de junho de 1941 ? um dia após o ataque de Hitler à Rússia ? o secretário de Estado do Interior e conselheiro de F.D.Roosevelt, Harold Ickes, redigiu um memorando para o Presidente no qual expunha que ?o fato de pôr o Japão sob embargo de petróleo criaria uma situação que não apenas tornaria possível uma entrada na guerra como também facilmente realizável de maneira pragmática. E se tivéssemos de entrar indiretamente na guerra, evitaríamos as críticas de termos entrado em guerra como um aliado da Rússia comunista.? Foi, pois, em 7 de dezembro de 1941, que ocorreu o ataque japonês a Pearl Harbor, que permitiu ao presidente americano declarar a guerra à Alemanha. Jonathan Daniels, secretário de imprensa do presidente Roosevelt indicou mais tarde: ?...os riscos corridos valeram a pena; inclusive as perdas em vidas humanas valiam o preço a pagar.? Roosevelt confirtmou-o a Stalin em Teerã, em 30 de novembro de 1943, dizendo que ?se os japoneses não tivessem atacado os Estados Unidos, não creio que nós tivéssemos tido a possibilidade de enviar soldados para a Europa.? O presidente americano George W. Bush devia pensar em 2003: ?se os serviços de informação israelenses não tivessem orquestrado os ataques de 11 de setembro de 2002, não creio que tivéssemos tido a possibilidade de enviar soldados ao Iraque.? 1.2. Louis Brandeis, que: ? em agosto de 1914, unifica o movimento sionista americano. ? em 28 de janeiro de 1916, é nomeado pelo presidente Wilson à corte suprema, tornando-se seu primeiro membro judeu, após meses de lutas internas terríveis no seio do congresso. Brandeis é igualmente o tio de Felix Frankfurter que, anos depois, dirigiria a corte suprema. Christopher Sykes, o filho de Sir Mark Sykes, escreveu em um livro sobre a declaração Balfour, página 184, ?o mesmo Brandeis havia salvado o presidente Wilson de um processo que teria destruído sua carreira. O presidente Wilson via Brandeis como o homem ao qual devia a sua carreira?. Brandeis influenciou o presidente Roosevelt. 1.3. o rabino Stephen Wise, presidente da Conferência Judaica Internacional e conselheiro de Roosevelt. O mesmo Wise, em 24 de março de 1917, durante uma entrevista no New York Times do mesmo dia declarava ?penso que de todas as realizações de meu povo, nenhuma foi mais nobre do que aquela empreendida pelos filhos e filhas de Israel no grande movimento que culminou na revolução bolchevique?. Quando a revolução judeu-bolchevique russa de 1918 foi um sucesso, o grande rabino de Nova York Stephen Wise, foi interrogado quanto à sua opinião concernindo o comunismo. Ele declarou: ?Alguns o chamam de comunismo; eu o denomino judaísmo?. Perversão sionista Mauro, nazi-sionista, toda essa verborragia para ocultar o pecado original? O roubo das terras palestinas e os massacres contra seu povo? Vade retro, Mauro. Vocês são hors concours no que diz respeito ao cinismo crasso. A máscara caiu. Tuas palavras são odiosas em mentira e dissimulação. Só convencem os cretinos ou os rematados ignorantes. Dedido ao Mauro Os nazi-sionistas culpados de crimes contra a Humanidade contra os judeus sefarditas! Em 14 de agosto de 2004, às 21h00, uma estação de televisão israelense, ?Channel Ten?, desvela e expõe o mais horrível dos segredos dos fundadores do Estado hebreu, a irradiação em massa deliberada de quase todos os jovens sefarditas, em 1951. A exposição começa com a apresentação de um filme documentário chamado 100.000 irradiações, e conclui-se com um grupo de discussão, moderado pelo apresentador Dan Margalit. Detalhes do filme 100.000 irradiações, realizado por Dimona Productions Ltd. Tudo começa quando uma lei nos Estados Unidos põe fim, nos anos 1940, às experiências de irradiação por raios X em seres humanos: prisioneiros, doentes mentais e outros. O programa atômico americano necessita de uma nova fonte de ?ratos humanos de laboratório? e o governo israelense, muito imaginativo no que concerne a ganhar dinheiro (nas costas dos governos estrangeiros, de preferência) fornece a ?carne humana?. Em 1951, o diretor geral do Ministério da Saúde israelense, o Dr. Chim Sheba, voa para os Estados Unidos e retorna com sete máquinas de raios X, fornecidas pelas forças armadas americanas. Elas devem ser utilizadas durante as experiências atômicas de massa com toda uma geração de jovens sefarditas que são utilizados como ?porquinhos-da-índia? (dever-se-ia, antes, chamar de ?perus? a rechear...). Cada jovem sefardita recebe 35.000 vezes a dose máxima de raios X na cabeça. Para isso, o governo americano paga ao governo israelense 300 milhões de liras israelenses por ano, enquanto o orçamento total da saúde é de 60 milhões de liras. O dinheiro pago pelos americanos equivale a bilhões de dólares em 2004. A fim de enganar os pais das vítimas, os jovens são levados em ?viagens de férias escolares? (excelente para a saúde, segundo dizem... os nazistas algumas décadas antes dizem a mesma coisa) e informam posteriormente aos pais que os raios X são destinados a tratar o mal provocado por certos vermes. Seis mil crianças morrem pouco tempo depois de sua dose fatal, enquanto o restante desenvolve câncer que os mata com o tempo, e ainda hoje. Enquanto ainda vivem, sofrem de epilepsia, amnésia, mal de Halzeimer, dor de cabeça crônica e psicoses. Porquanto todo o seu corpo é exposto aos raios X, a formação genética das crianças é alterada, afetando as gerações seguintes. A maioria das vítimas consiste em sefarditas marroquinos porque eles são os mais numerosos entre os imigrantes (graves conseqüências sua transferência para Israel; segundo parece, talvez tivesse sido melhor para eles permanecer no Marrocos onde eles hoje viveriam em paz... pois, por querer ser perseguido, cedo ou tarde acaba-se por conseguir). A geração envenenada torna-se perpetuamente a mais pobre do país, e a classe mais criminosa. O que não faz qualquer sentido! Os judeus marroquinos que foram para a França tornaram-se prósperos e muito educados. A explicação dada é que a França tem os ricos, portanto, os mais brilhantes (após o anti-semitismo do qual faz objeto a França, eis que a acusam de ter ?desviado? toda a elite dos judeus marroquinos). Mas a verdadeira explicação deve-se ao fato segundo o qual os filhos franceses dos judeus do Marrocos não tiveram suas células cerebrais queimadas pelos raios. Esse filme de verdade histórica infame mostra muito bem que a operação não é um acidente. O perigo dos raios X já é conhecido quarenta anos antes dessa experiência. Quando lemos a notícia do tratamento com raios X em 1952, a dose máxima para uma criança é de 0,5 rad. Não foi cometido qualquer erro. As crianças são queimadas. Seria esta a 5a Shoah dos judeus cometida pelos ?Sio-nazistas?? Haverá monumentos no mundo inteiro para recordar esse horrível massacre dos judeus sefarditas pelos sionistas? Aposto como não se falará disso e que esse caso será abafado, enquanto a mídia sionista prefere falar, 60 anos depois, das atrocidades cometidas pelos ?gentis? (goyim) nazistas. Eis, abaixo, a composição do governo israelense no momento desse caso atroz: ? Primeiro-ministro: David Ben Gurion (1886-1973); ? Ministro das Finanças: Eliezer Kaplan (1891-1952); ? Ministro encarregado das Colônias Judaicas: Levi Eshkol (1895-1969); ? Ministro dos Negócios Estrangeiros: Moshe Sharrett (1894-1965); ? Ministro da Saúde: Josef Burg (1909-1999); ? Ministro do Trabalho: Golda Meir (1898-1978). Para agradecê-los por suas ações, o Estado israelense concedeu: ? o nome de Eliezer Kaplan, então Ministro das Finanças, a um hospital de Rehovot; ? o nome de Chaim Sheba, que dirigia naquele momento o complexo de raio X, a um centro de tratamento médico. Não devemos esquecer de dizer que se existisse um mínimo de decência na profissão médica em Israel, esses hospitais deveriam mudar de nomes. É como se chamássemos os principais hospitais de Paris ?Klaus Barbie? ou ?Maurice Papon?. Ouviríamos, então, gritos de guerra por essas mesmas associações sionistas que não cessam de queixar-se de que a França é anti-semita! Por sinal, enquanto o Estado de Israel está sempre pronto a extorquir os países europeus por meio do mito dos ?6 milhões?, ele parece pouco inclinado a indenizar os judeus sefarditas vítimas de seus carrascos sionistas. Assinalemos que o único membro desse governo ainda vivo é... Shimon Peres, naquele momento Diretor Geral do Ministério da Defesa. Será um dia julgado como o foi Eichmann por ?crimes contra a humanidade? e enforcado em Jerusalém? Nada é menos certo, pois uma das leis da Torah é de nunca matar um judeu, só os ?gentis? (goyim) estão expostos ao castigo supremo! Odio nao leva ndad Vcs brasileiros nao sabem de ndas... ficam falando que israel é isso ou aquilo !!!! Porque não falam o que acontece na Africa ( Congo, Sudão .... ).. Por que ninguem fala o que a Russia fez nos ultimos anos.... O odio nao leva nada. Entendam a historia inteira antes de falarem alguma inverdade. Adubadores de ódio Claudio, expresse suas opiniões para os dirigentes satânicos do Estado nazi-sionista de Israel. Diga a eles que a grande obra deles é aumentar a cada dia o ódio do mundo inteiro a Israel, e lamentavelmente aos judeus como um todo. Centro de Mídia Independente e SAFADA Centro de Mídia Independente E MANIPULADORA cartaz falso para os ignorantes ficarem com raiva merece ferro quem faz ele e prisaO ISRAEL SABE SE DEFENDER MUITO BEM ! nao precisa de conselheiro nenhum ABSURDO COMO VOCES TEM CORAGEM DE FAZER ISTO FALSO ,INFAME ,DELINQUENCIA INTELECTUAL UM PANFLETO FALSO JAMAIS UM JUDEU FARIA ISTO. Cartaz Adorei esse cartaz, jacaré! Onde você arrumou, você que fez? Ele está demais! Como foi isso, cara? Eduardo Sionismo: maldito câncer Sensacional! Retrata muito bem a vilania nazi-sionista. Chamar os defensores das atrocidades para manifestar-se pela paz. Que SORDIDEZ desses nazistas. parece que vocês são cegos Israel sim, fez um ataque destrutivo demais, mas como os senhores não citam que numa cidade próxima a Ashdot, Israel, as crianças não tem aulas há três anos por conta dos foguetes do Hamas, sem falar no perigo constante e perdas econômicas. Sou pró-Israel, mas respeito seu ponto de vista de uma forma pacífica. Se tanto apóiam a causa palestina, então por que não foram à sua manifestação, que ocorreu no MASP, há umas duas semanas? É claro, não queriam se juntar a eles. Para terminar gostaria de gritar um: ?Viva a hipocrisia! Quanta canalhice mentirosa Quero ver se vao deixar publica o outro lado Quanta canalhice, que que é isto companheiros, precisam inventar tanta mentira ??? Golda Meir NUNCa disse isto, muito pelo contrario ela disse: ?We will only have peace with arabs when they love their children more than they hate us ? - Golda Meir , traduzindo: "Nós só alcançaremos a paz com o Arabes quando eles amarem seus filhos mais do que nos odeiam" .. pura verdade !!!! Quando os Arabes muçulmanos pararem de mandar seus filhos se explodirem para levar o maior numero possivel de judeus,cristãos, ocidentais em geral, ai sim teremos calma no mundo. Nao acreditam ??? Estudem, leia, vejam os videos da lavagem cerebral que fazem nas criaças paletinas: http://br.youtube.com/watch?v=PjJSJ8Qk3aE future terrorists: http://br.youtube.com/watch?v=17nR4kgtZzs&feature=related http://br.youtube.com/watch?v=DrmJ2wbVLW0&feature=related Los Niños Palestinos : http://br.youtube.com/watch?v=3fgJR5KWW1M Nos desejamos a morte como os Judeus desejam a vida: http://br.youtube.com/watch?v=CWIDZ7Jpdqg http://br.youtube.com/watch?v=7_OGhj43GAE http://br.youtube.com/watch?v=YIBNRVgq59Y O que pensa o Hamas: www.pletz.com/blog/2009/01/16/o-que-pensa-o-hamas/ E muitos mais .. basta ter QI suficiente para contestar tamanha mentira. Passar Bem !!! Cartaz fajuto, canalhas ! Este cartaz é uma grande mentira, como tudo que colocam sobre Israel, vejam anexo o cartaz verdadeiro e a fonte no site da Federaçao ISraelita: www.fisesp.org.br/express/index.php/site/view/4_seminario_de_capacitacaeo_de_dirigentes_profissionais_e_voluntarios_da_te/ Envio texto do Arabe muçulmano, Ali Kamel, diretor de Jornalismo da Globo: Artigo na pág. de Opinião de O Globo -13/01/09 Gaza Ali Kamel Eu acredito em eleições. E acredito que o povo sempre tem a capacidade de julgar o que considera bom para si. Isso não quer dizer que o povo acerte sempre: não são poucas as vezes em que a decisão mostra-se errada no futuro. Não importa, no momento em que comparece às urnas, certo ou errado, o povo é responsável por suas escolhas. Por que essa conversa? Porque isso não me sai da mente quando vejo, chocado, os bombardeios em Gaza. Em 2006, houve eleições para escolha do primeiro-ministro palestino. Era um contexto em que os EUA clamavam pela democratização do mundo árabe. Quando o Hamas saiu-se vitorioso, muita gente, diante dos lamentos dos americanos, riu, dizendo algo assim: "Ora, não queriam democracia? Agora o povo vota, escolhe o Hamas e os EUA lamentam? Então democracia só vale quando ganham os aliados?" Na época, escrevi que a simples presença do Hamas nas eleições mostrava que aquilo não era uma democracia: porque democracia não é o regime em que todas as tendências disputam o voto; democracia é o regime em que todas as tendências que aceitam a democracia disputam o voto. Como o Hamas prega uma teocracia, um sistema político que o aceita como legítimo aspirante ao poder não pode ser chamado de democracia. Seja como for, tendo sido democráticas ou não, aquelas eleições expressaram a vontade do povo: observadores internacionais atestaram que o pleito transcorreu sem fraudes. E o que pregava o Hamas na campanha de 2006? Antes, para entender o linguajar, é importante lembrar que o Hamas não aceita a existência do Estado de Israel, chamado de "Entidade Sionista". Assim, quando se refere à "Palestina", o Hamas engloba tudo, inclusive Israel. Destaco aqui três pontos do programa eleitoral (na disputa, o grupo deu-se o nome de "Mudança e Reforma"): "A Palestina é uma terra árabe e muçulmana"; "O povo palestino ainda está em processo de libertação nacional e tem o direito de usar todos os meios para alcançar esse objetivo, inclusive a luta armada"; "Entre outras coisas, nosso programa defende a 'Resistência' e o reforço de seu papel para resistir à Ocupação e alcançar a liberação. A 'Mudança e Reforma' vai também construir um cidadão palestino orgulhoso de sua religião, terra, liberdade e dignidade; e que, por elas, esteja pronto para o sacrifício." Deu para entender? O Hamas propôs um programa segundo o qual não há lugar para judeus na "Palestina", o uso da luta armada deve ser reforçado para se livrar deles, e os cidadãos comuns devem estar preparados para se sacrificar (morrer) pela religião, pela terra, pela liberdade e pela dignidade. Havia alternativa? Sim, apesar da ambiguidade eterna, o Fatah do presidente Mahmoud Abbas (e, antes, de Yasser Arafat), na mesma eleição, pregava a saída de Israel dos territórios ocupados em 1967, a criação de um Estado Palestino com sua capital em Jerusalém e uma solução para os refugiados de 1948 com base em resoluções da ONU, uma agenda que só parece moderada porque é comparada à do Hamas. Embora estimulasse e declarasse legítima a resistência à ocupação, a novos assentamentos judaicos e à construção do muro de proteção que Israel ergue entre a Cisjordânia e seu território, o Fatah declarava expressamente: "Quando o imortal presidente Arafat anunciou em 1988 a decisão do Conselho Nacional Palestino, reunido naquele ano, de adotar a 'solução histórica', que se baseia no estabelecimento de um Estado independente Palestino lado a lado com Israel, ele estava de fato declarando que o povo palestino e suas lideranças tinham adotado a paz como uma opção estratégica." E qual foi a decisão dos palestinos? Num sistema eleitoral que adota o voto distrital misto, o Hamas ganhou tanto no voto proporcional quanto nos distritos, abocanhando 74 dos 132 assentos do Parlamento. Ou seja, diante do desgaste de 40 anos do Fatah, e das denúncias de corrupção que pairavam sobre o movimento, os palestinos deixaram a paz de lado e optaram pela promessa de pureza divina e dos foguetes do Hamas. Meses depois, uma luta interna feroz entre os dois grupos teve lugar e resultou numa divisão territorial: o Fatah ficou com a Cisjordânia, onde a situação é de calma, e o Hamas ficou com Gaza, de onde continuou pregando o programa aprovado pelos eleitores: enfrentamento armado, mesmo tendo consciência do que isso acarretaria, Diante disso, dá para dizer que os palestinos de Gaza são inocentes vítimas do jugo do Hamas e de uma reação desproporcional dos israelenses? Olha, eu deploro a guerra, lamento profundamente a morte de tanta gente, especialmente de crianças, vítimas de uma guerra de adultos. Vejo as bombas, e fico prostrado, temendo que o bom senso nunca chegue. Mas isso não me impede de ver que a guerra, com suas consequências, foi uma escolha consciente também dos palestinos de Gaza. Retratá-los como despossuídos de todo poder de influir em seus destinos não é mais uma verdade desde 2006. Parecerá sempre simplificação qualquer coisa que se diga num espaço tão curto, em que é preciso deixar de lado as raízes desse conflito e a trama tão complicada que distribuiu culpa e vítimas por todos os lados. Mas não consigo terminar este artigo sem dizer: para que haja paz, os dois lados têm de ceder em questões tidas como inegociáveis, o apelo às armas tem de ser abandonado, o Estado Palestino deve ser criado ao lado de Israel, cujo direito a existir não deve ser questionado. Se isso acontecer, muitos árabes e israelenses daquela região não se amarão, terão antipatias mútuas, mas viverão lado a lado. Utopia? ALI KAMEL é jornalista e diretor-executivo de jornalismo da Rede Globo POR QUE, NESTE MOMENTO, DEVEMOS TER VERGONHA DE SER BRASILEI POR QUE, NESTE MOMENTO, DEVEMOS TER VERGONHA DE SER BRASILEIROS A isso que se vê acima, Celso Amorim disse "sim". O Brasil não apenas votou contra a condenação do Sudão como foi um dos líderes do esforço para proteger os genocidas. A foto registra uma mulher dando início à construção de uma nova cabana depois que sua aldeia foi bombardeada pela Força Aérea sudanesa. Nesse ataque aéreo, Brasil não vê nada demais. Já são mais de 300 mil mortos e de três milhões de refugiados Celso Amorim limpa os pés numa história até bastante virtuosa: a da diplomacia brasileira. Mais uma vez, a o Brasil vota contra Israel no tal Conselho de Direitos Humanos da ONU, uma biboca lastimável, como quase tudo que pertence a essa ONG cara e inútil, coalhada de ditaduras vagabundas e populistas ordinários. Em dezembro de 2006, esse monturo que se diz Conselho de Direitos Humanos da ONU ficou reunido três dias para decidir se condenava ou não o governo do Sudão pelo massacre de Darfur. Isto mesmo: TRÊS DIAS. Duzentas mil pessoas já haviam sido assassinadas por milícias a mando do governo gorila do país. Os mortos, hoje, superam os 300 mil. Há nada menos de três milhões de refugiados. E o que fez o Conselho de Direitos Humanos da ONU, hein? Transcrevo para vocês o relato de Jamil Chade, do Estadão, publicado então pelo jornal. Volto em seguida: Depois de três dias de negociações, o Conselho de Direitos Humanos da ONU conseguiu aprovar por consenso uma resolução enviando uma missão de especialistas para avaliar a crise na região de Darfur, no Sudão, onde 200 mil pessoas teriam morrido em conflitos desde 2003. No entanto, por causa da oposição de países africanos e árabes, China, Cuba e Brasil, o documento não critica o governo do Sudão nem fala de responsabilidades pelo massacre. O acordo evitou que os países tivessem de votar entre uma proposta dos países ocidentais e uma africana, mais favorável ao Sudão. O consenso evitou uma saia-justa para o governo brasileiro. Brasília evitava apoiar a proposta dos países ocidentais e qualquer condenação ao governo do Sudão, apesar das indicações do envolvimento de Cartum no massacre.Pela proposta aprovada, cinco especialistas serão enviados à região para investigar a situação e propor medidas. No entanto, s ó anunciarão o resultado da missão em março. Houve forte reação de ativistas, segundo os quais 40 mil pessoas são obrigadas a deixar suas casas a cada semana por causa do conflito. Voltei É isso mesmo que vocês leram. O Brasil foi um dos líderes da resistência na proteção ao governo do... Sudão! Ali, sim, estamos falando de um governo homicida. Os meliantes morais enviaram os tais observadores ao país, e nada aconteceu. Vejam a foto que está neste post. Nesse caso, o governo de Sua Excelência o Apedeuta não vê nada demais. O governo do Brasil não dá bola para 300 mil inocentes mortos. Mas se condói sobremaneira quando terroristas tombam tentando destruir Israel. Sob o pretexto de combater o sionismo, sejamos claros: a posição do Brasil alimenta a suspeita de uma política deliberadamente anti-semita. Ah, sem dúvida, o gigante Celso Amorim cuida dos nossos interesses. Depois que o Brasil liderou a defesa de um governo genocida, recebeu o agradecimento público do governo facinoroso do Sudão. Leiam trecho de outra reportagem de Jamil Chade: Depois de conseguir o apoio do Brasil para não ser condenado na Organização das Nações Unidas (ONU) por violações aos direitos humanos, o governo do Sudão deixa claro que essa atitude será compensada. Em entrevista ao Estado, o diretor do Departamento de Cooperação do Ministério das Finanças do Sudão, Abdel Salam, revelou que espera, em poucos meses, fechar um acordo com a Petrobras, além de contratos no setor de açúcar. 'As portas estão abertas ao Brasil', afirmou. Nas últimas semanas, o Brasil tem surpreendido ativistas e governos ocidentais por não seguir a posição de pedir que as autoridades sudanesas sejam investigadas por causa da pior crise humanitária do mundo na atualidade, na região de Darfur. A ONU já deixou claro que tem provas de que o governo do Sudão tem participado do conflito que causou a morte de 200 mil pessoas desde 2003. França, Reino Unido e vários outros países europeus pediam que um a investigação fosse realizada e que os autores do massacre não fossem deixados impunes. Mas com o apoio de Brasil, Cuba, China e dos governos africanos e árabes, o Sudão conseguiu evitar uma condenação na ONU. Foi só desta vez? Em 2006, durante a guerra contra o Hezbollah (que foi quem deu início ao conflito com Israel), o Brasil já havia votado contra Israel. Em março de 2007, diante de uma pletora de evidências de transgressão aos direitos humanos no Irã, o que fez o Brasil de Apedeutakoba? Vestiu o turbante negro e preferiu se abster. Brasília também se opõe a qualquer tentativa de condenar a ditadura cubana. Política externa não é um convento de freiras. Está submetida a interesses objetivos, todos sabemos. Mas há um limite que distingue pragmatismo de delinqüência. E o governo brasileiro já não conhece mais essa diferença. Quem condena Israel, que se defende do ataque de milhares de foguetes do inimigo, mas defende o Sudão fez uma escolha: em favor do terrorismo e do genocídio. Amorim conduziu a política externa brasileira para a lata do lixo. E isso só demonstra a sabedoria de todos aqueles que fizeram ouvidos moucos quando Apedeutakoba começou a espernear para o Brasil ser membro permanente do Conselho de Segurança da ONU. Sim, a organização já está quase à baixura do país, mas ainda falta perder muito tamanho. Está dado: o Brasil condena um país que se defende do terrorismo, mas protege a ditadura assassina de Cuba e tirania genocida do Sudão. Eis a política externa do PT. PS: Um revistinha aí, candidata ao leite de pata das estatais e do governo federal, diz que este blog já chamou Lula de "apedeuta" seis mil e tantas vezes. Não contei porque tenho mais o que fazer. Deve ser alguma contabilidade vesga e errada feita com a ajuda do Google. De toda sorte, em vez de investigar o meu blog para que eu pare de criticar o governo, essa gente deveria é investigar o governo, não? Não! Não quando se é candidato a puxa-saco, “mas com muita independência e estilo”, é claro. Vá lá: digamos que eu tenha escrito a palavra 6.500 vezes. Seria pouco. A cada “apedeuta” corresponderiam 46 mortos sudaneses, ignorados pelo cinismo de Celso Amorim. A palavra é certamente branda com amigos de genocidas. Um apedeuta pode até ser simpático e inofensivo. Já um amigo do governo do Sudão é um analfabeto moral. cartaz adulterado - para que? Como dizia um general americano: "NUMA GUERRA, A PRIMEIRA VITIMA É A VERDADE". Qualquer ser com mais de um neuronio consegue ver que este panfleto foi adulterado. Ateh mesmo erro de portugues tem nele. Pesquisei na web e achei o cartaz verdadeiro. Nem mesmo tem frase desta Golda Meir. Isto só banaliza a causa dos palestinos. Afinal, se é uma causa válida, PRECISARIA DISSEMINAR MENTIRAS? O cartaz original Galera, prestando um serviço, este é o link com o cartaz verdadeiro: Http://www.beth-shalom.com.br/com_israel_pela_paz.php Aparentemente, é o site de uma organização evangélica. Acho q algum moderador do CMI deveria tirar este cartaz falso. Alem de perder credibilidade, nós leitores corremos o risco de fazer papel de bobo passando um hoax pra frente. Boa noite. Cartaz O que se percebe é um ato racista anti-árabe perpetrado por vocês através deste cartaz. Se vocês são autores do cartaz, certamente estão de acordo com a opinião emitida nele, mesmo que atribuído à Golda Meir. Sugiro que os árabes e descendentes de árabes que se sentirem ofendidos procesem os autores deste cartaz. Se a intenção de vocês era a de ajudar os judeus, solicito que cancelem sua ajuda! Não acredito na amizade de vocês! Como diria Leonel Brizola: Vocês não são amigos, são 'MUY AMIGOS' José Kirschbaum Crime Acredito que esse site de vcs aí que tem a cara de pau de publicar comentários de infelizes naziztas (nem sei se eles sabem o que é isso), já tenha sido enquadrado na Lei Afonso Arinos, aquela que proíbe racismo e discriminação. Se ainda não foi, não se preocupem. Estou encaminhando o caso de vocês agora... Isso não é mídia, isso não é imprensa... Rabino incita á violência www.independent.co.uk/news/world Rabino do exército israelense distribui folhetos incitando ao ódio Por Ben Lynfield em Jerusalem 27 janeiro 2009 O exército israelense é incentivado ao saque pelo rabino Avi Ronzki em seu folheto. O rabino chefe do exército israelense entregou aos soldados que estavam se preparando para atacar Gaza, um livreto informando que todos os palestinos são inimigos mortais e sugerindo que a crueldade é algumas vezes ?um bom atributo?. O folheto, intitulado Vá Lutar a Minha Luta: Uma Tabela de Estudos Diários para o Soldado e para o Comandante em Época de Guerra, foi publicado especialmente para a Operação Cast Lead, a destruidora campanha de três semanas lançada perto do Natal, pelos israelenses com o objetivo de impedir que os alegados foguetes caseiros do Hamas atingissem Israel. A publicação tem os ensinamentos do rabino Shlomo Aviner, chefe do seminário judaico Ateret Cohanim em Jerusalém. Em um item, o rabino Rabbi Aviner compara os palestinos aos filisteus, um povo que a Bíblia cristã descreve como uma ameaça a Israel. Em outro, o rabino do exército parece estar estimulando os soldados a ignorar as leis internacionais de guerra de proteção a civis, de acordo com o Rompendo o Silêncio, ( http://www.shovrimshtika.org/ ) grupo de ex-soldados israelenses que divulgaram a existência de tal folheto. O folheto cita o famoso judeu da idade média Maimonides dizendo que "não se deve cair na tolice dos gentios que tem misericórdia dos que são cruéis com eles?. Rompendo o Silêncio está pedindo a demissão do rabino Avi Ronzki, devido ao folheto. O exército não fez comentários.O rabino Arik Ascherman, diretor executivo dos Rabinos por Direitos Humanos disse que o folheto causa preocupações. Histórias da Ocupação na Palestina Toda as famílias tem uma história para contar; estou contando algumas aqui
Eva Bartlett da Faixa de Gaza invadida, Live from Palestine, 30 de janeiro 2009 História de uma família Destruição em Izbet Abed Rabu. Há muitas histórias. Cada relato ? ou seja cada parente assassinado, cada pessoa atingida, cada pessoa queimada, cada casa incendiada e destruída, cada janela estilhaçada, cozinha demolida, pecados de roupa, quartos revirados, balas e bombas, buracos de granadas nas paredes, pichação agressiva dos soldados israelenses ? é importante. Vou começar contando as histórias de Ezbet Abbed Rabu, Jabaliya, onde as casas perto da estrada para o norte foram invadidas por balas, bombas e ou soldados. Quando não eram destruídas eram ocupadas ou trancadas. Ou invadidas e depois destruídas. O exército israelense é criativo quando quer destruir, quando quer descaracterizar a propriedade, quando quer insultar. Fica-se imaginando o que ouvem quando recebem ordens de destruir e matar. Criativos no modo como defecavam nos quartos e colocavam as fezes nos armários e em outros locais. Na verdade, pensando bem a criatividade não era tão ampla. O resto era a rotina de sempre, saquear a casa do começo ao fim. Revirar e quebrar todos os armários, prateleiras da cozinha, televisão, computador, esquadrias das janelas e tanques de água. Bem treinados e bem mandados eles são. A primeira casa que visitei foi a de uns amigos muito queridos com quem eu havia passado a tarde anterior à invasão, e com quem me escondi no porão quando os mísseis começaram a pulverizar a área. Eu estive preocupada o tempo todo com o pai. Depois, vendo que ele ainda estava vivo, comecei a olhar os detalhes. O porão foi o cômodo menos afetado: estava desarrumado, pilhas de terra perto das janelas por onde tinham entrado pelo efeito das bombas que escavou a colina atrás da casa, os colchões estavam revirados e as coisas espalhadas. Este era o lugar mais arrumado e menos danificado. Os outros andares, desastre completo. Fezes dos israelenses espalhadas no cão. Tudo quebrado. Latas dos alimentos dos israelenses jogadas em todo o chão, buracos de balas nas paredes e fedor. Nos quartos das crianças, muito mais desordem e o fedor muito mais intenso. Aqui ficou sendo a base principal dos soldados, como se podia facilmente ver, caixas de alimentos, comida pré-cozida, macarrão, latas de chocolate e sanduíches empacotados ? e as roupas que deixaram para trás. Calças de soldados no banheiro, totalmente borradas. Sim, cheias de fezes. Minha amiga me diz: "O cheiro era horrível. A comida estava espalhada em todos os lugares, azeda. Dando ânsia de vômito. Eles defecaram nas pias, em todos os lugares. Espalharam nossas roupas por tudo quanto era chão. A última vez que invadiram em março de 2008 foi fácil, eles quebraram tudo e consertamos tudo. Mas desta vez eles evacuaram em tudo, nos armários, mas camas ? minha cama está cheia de fezes israelenses. Nojento!" Ela é forte e já lidou com invasões antes, mas perante o desrespeito à sua casa, sente-se deprimida. "Há um minuto atrás, Sabreen abriu o guarda roupa dela e havia uma tigela de fezes lá dentro. Eles quebraram a porta do banheiro e a colocaram em nosso quarto não sei porquê." A porta está caída de lado no chão do quarto, que parece ter sido atingido por um furacão. "Eles espalharam minhas roupas íntimas em todo lugar," prossegue ela enumerando as pequeninas faltas de educação que doem mais que os problemas financeiros. E enquanto F. continua a limpar a bagunça dos soldados, ela fala sobre como a família se sente. "Abed [seu sobrinho] está apavorado, quer ir embora com medo dos aviões sem tripulantes que atiram bombas, mesmo depois que disseram que iriam cessar fogo?. Eles não o fizeram, Israel violou o cessar fogo. Aqui havia uma igreja. Terra revirada pelos tanques. "Não foi um exército profissional" Quando eu voltei lá dois dias depois, a casa estava muito mais limpa, mas ainda tinha o mau cheiro da presença dos soldados. "Limpamos o que pudemos, mas é difícil, não temos água corrente mais, temos que encher jarros na caixa dágua da cidade?. Andando na estrada arenosa eu sei que é difícil até sem carregar peso, imagine carregando jarros ou tentando passar de carro com qualquer quantidade de água ." A estrada tinha sido totalmente revirada pelos tanques israelenses. Da varanda eu olhei e vi o solo todo revolto, as casas bombardeadas as árvores queimadas mas ainda de pé no meio das ruínas. O tanque de água de cimento que tinha sobrevivido aos ataques aéreos anteriores, desta vez acabou, destruído completamente. Da janela da sala olhando as colinas vimos que os tanques não só tinham revirado a terra mas criaram também uma arena para onde os israelenses levaram os palestinos detidos. Um vizinho, ela diz, foi levado para lá. Era um senhor de 59 anos e seu filho de 19, e sob a mira de metralhadoras tiveram que tirar as roupas e ficar nus. Os soldados os cercaram com os tanques. "Nós não tínhamos feitos nada. " eles contaram mais tarde. Ficaram detidos por três dias em uma solitária, foram vendados, algemados, intermitentemente interrogados, surrados e as perguntas eram: ?Vocês tem túneis em sua casa ? Onde estão os soldados de vocês? Onde estão os foguetes? O que é que vocês sabem sobre o Hamas? Vamos destruir sua casa toda se você disser que sabe alguma coisa sobre eles." A irmã de F., A, descreve seus 17 dias na escola Foka depois de ter sido expulsa de sua casa em al-Tatra. As escolas que deveriam ser um local seguro (mas na realidade não eram porque vimos que al-Fakhoura e as outras escolas da ONU foram bombardeadas com fósforo branco, que decepa e aleija) não tinham nenhum conforto, nem calor, algo para se beber ou noites calmas. "Nós não conseguíamos dormir toda a noite, estávamos com muito medo. Não havia segurança. Para onde poderíamos ir? Não tínhamos para onde ir. Éramos 35 pessoas amontoadas em uma sala de aula pequena. Não havia colchões, cobertores. Estava frio, muito frio durante a noite. Não havia eletricidade, nem água. Os poucos banheiros eram usados por centenas de nós, estavam superlotados, sujos. Nossos parentes conseguiram cobertores para nós depois de quatro dias, então melhorou um pouquinho. Mas não havia o que comer, somente um pouco de pão, não era suficiente para uma família.? A perspectiva normal de gratidão por estar viva ainda sobrepuja o que seria o seu direito de sentir-se indignada, deprimida, de chorar ou de lamentar este sofrimento. "Graças a Deus sobrou um quarto na nossa casa. As casas da maioria das pessoas foram completamente destruídas?, ela diz, olhando para sua casa quase inteiramente destruída com exceção de um único aposento que permaneceu com o teto. Os soldados saquearam tudo, destruíram todas as roupas e jogaram bombas, roubaram o computador e os 2.000 em dinheiro que tinham. A Anistia Internacional enviou uma equipe para averiguar os fatos em Gaza, depois dos ataques de Natal dos israelenses. Chris Cobb-Smith, um militar e oficial do exército britânico disse ?O pessoal de Gaza foi saqueado, vandalizado, suas casas foram desrespeitadas. Os soldados israelenses deixaram atrás de si não somente montes de lixo e de excremento mas também equipamentos militares e munição. Não é um comportamento que se espera de um exército profissional, mas sim de vândalos cínicos e raivosos." E isso foi a história de uma família somente. A life interrupted. Salvando o que restou. Terrorismo Psicológico Dois de seus filhos tentavam puxar peças de roupa, livros, o que pudessem de debaixo do armário derrubado. Cada item é sagrado. A mãe me levou para ver a casa, indicando todas as violações feitas contra a existência deles, as paredes pichadas, as janelas quebradas, copos e pratos quebrados, sacos de trigo rasgados espalhados ? e o trigo é nesta situação, tão precioso ? e o mesmo lixo revoltante deixado pelos soldados: sacos de comida estragados, fezes pela casa toda mas não nos banheiros, roupas usadas e papel higiênico. O mesmo fedor. "Eles quebraram tudo, destruíram nossas vidas. Aqui era o quarto dos meninos?. Vamos então andando no meio dos restos. ?Olhe, cuidado!? ?Pise aqui!? Para que eu não pisasse sobre cacos e objetos quebrados nos aposentos destruídos. Não é somente a destruição, o desprezo, o vandalismo, o desperdício. É também a interrupção da vida, de uma vida já perturbada pelo cerco. Ela me mostrou livros escolares, rasgados, arruinados ? a maldade intencional dos que fizeram isto - e perguntou como as crianças estudariam sem livros, sem luz, sempre tendo que fugir de casa, em constante medo de outro bombardeio e e de mísseis jogados pelo exército mais armado e destruidor do mundo. Pichação deixada por soldados israelenses: "Até agora/ 1 sabotador rastejante (terrorista)/ 3 na encruzilhada/ 2 nas plantações/ Um velho suicida/ [ilegível]/ Um inocente." As pichações dizem: "Não odiamos os árabes mas mataremos todos os do Hamas," e "O exército israelense esteve aqui. ? Sabemos que vocês estão de volta aqui. Não vamos matar vocês agora, mas vocês vão viver com medo e terão que fugir durante toda a vida!? Para os membros da família que sobreviveram como ela, o terror psicológico é real, não é um filme. Para os que já morreram, a frase ?não vamos matar vocês? é uma mentira. Pergunte aos pais, às mães e aos irmãos. De cima da laje podemos ver as casas dos vizinhos que sofreram a irracional ira da máquina militar israelense. E enormes áreas de terra que há dias tinham casas,árvores estão agora nuas, cheias de fragmentos de bombas, detritos, tocos e trilhas de tanques de guerra. "Era nosso pomar, frutas, limões, oliveiras ..." "Ali era a casa do meu irmão, está toda destruída ..." Ela tinha que falar depressa, porque os aviões sem piloto, que jogam bombas já podiam ser ouvidos, com seu som estonteante. Passamos por uma bomba de água que atendia a 10 casas na área, atingida por mísseis, arruinada. Passando por mais destroços de casas, encontrei Yasser Abu Ali, sócio de uma loja de tintas e ferramentas que foi bombardeada por mísseis F-16. Dezessete pessoas eram dependentes diretos da receita da loja, sem contar os indiretos, como fornecedores, compradores. No que ele descreve a perda de cerca de ' $200,000 sua e de seus irmãos, descubro que ele é primo do Dr. Izz al-Din Abu al-Eish, o médico cujas três filhas e uma sobrinha foram assassinadas por bombas jogadas em sua casa em Jabaliya. Todos tem uma história triste, algumas sobrepondo-se a outras tragédias. Casa destruída de Samir Abed Rabu Na casa de Samir Abed Rabu a visita começa do mesmo modo que as outras, tudo quebrado e revirado, de novo os restos dos soldados israelenses, fezes, comida pobre, baralho e mais pichação: ? Entre no exército israelense hoje!?. A casa tem mais buracos que paredes, de múltiplas bombas, assim como de metralhadoras de tanques. Vendo tantas casas intencionalmente e maldosamente destruídas nós perdemos a noção de prejuízos. Algumas coisas ficaram de pé, como uma cadeira, embaixo do teto todo arrebentado. E há também buracos de obuses. Olho o buraco de frente para a rua Salah al-Din no cruzamento Dawwar Zimmo e percebo que foi de um desses rombos que o enfermeiro Hassan foi atingido, graças a Deus não morreu como os outros 13 enfermeiros que não sobreviveram. Graças a Deus nós também não morremos. Esses rombos estão em todas as casas em Jabaliya, al-Tatra, al-Zeitou ? por toda Gaza. O quarto do bebê também foi atacado. Uma parede de desenhos coloridos e lindos posters de criança fazem o contraste com a feiúra do bombardeio que abriu buracos em tudo, mostrando que nada é sagrado para um exército que especializa-se em matar crianças. O jumentinho que está do lado de fora explica o cheiro de podre, também abatido, mas um cheiro diferente do odor usual dos soldados israelenses. Ao sair das ruínas da casa de Samir Abed Rabu, vi uma outra família sem teto, fazendo chá sobre uns destroços, atrás do que restou de sua casa. Saed Azzat está de pé ao lado de um buraco causado por míssil no teto de sua casa, explicando que no primeiro dia da invasão israelense, ele e a família estavam dentro de casa quando o míssil caiu. Saíram então desesperados, correram até uma escola e somente souberam que a casa tinha sido também ocupada quando ao voltar viram os restos da passagem dos soldados israelenses. Exatamente como os outros: tudo arrebentado, fezes dos soldados e garrafas de vinho vazias e jogadas ao léu. Vinho israelense, claro. A caixa d´água destruída, e a falta do teto mostrava mais visivelmente a destruição de todos os limoeiros à volta de sua casa. Eu saí dali tentando passar entre os táxis, motos, carrinhos com itens pessoais, pessoas que não tinham mais onde ficar, pessoas que tinham vindo pegar o que sobrou das casas para tentar começar tudo de novo noutro canto. Eu senti que já tinha visto mais do que poderia suportar ou descrever. Mas pensei, eu sei que tem mais outros tristes casos, eu tenho que suportar, eu tenho que informar. Violação de uma casa Yousef Sharater and children in front of their damaged home. Incrivelmente, a escada da casa de Yousef Shrater que foi bombardeada e incendiada ficou intocada, assim como as 14 pessoas que viviam lá, sendo três famílias. Shrater, pai de quatro crianças, caminha sobre os blocos de cimento arrebentados e as escadas cheias de restos, sobre o lixo deixado pelos soldados e outros restos de uma casa que foi bombardeada e depois ocupada. No segundo andar, na parte da frente a janela original está rodeada de buracos causados pelo míssil que atingiu sua casa. "Eles estava, ali," conta Shrater apontando para um local a cem metros de distância, uma colina em Ezbet Abed. Na sala ao lado, Shrater aponta para o outro lado, de onde os tanques vieram e estacionaram perto de sua casa para bombardeá-la: "Minha esposa, meus filhos e eu estávamos nesta sala quando eles começaram a jogar as bombas. Corremos para os fundos procurando proteção." A sala dos fundos é um aglomerado de destroços e pedaços de coisas explodidas. Os tanques tinham cercado toda a área residencial e mal a família tinha-se trancado na sala dos fundos uma nova bomba rachou a casa toda. "Caiu a menos de um metro da janela, se tivesse caído na sala teríamos todos morrido?. Shrater explica como os soldados forçaram a entrada na casa, expulsaram todos os membros da família, separando os homens das mulheres e trancando todos em uma casa ao lado, juntamente com outras pessoas da área. Seu pai e sua mãe que viviam em uma barraca ao lado, foram mandados para lá também Os soldados então ocuparam sua casa durante todo o período da invasão, como todos os outros soldados o fizeram em toda a Gaza. E do mesmo modo que aconteceu com os outros quando os moradores sobreviventes voltaram, acharam a casa, além de bombardeada, suja, vandalizada, com fezes por todos os lugares, tudo o que era de valor roubado, como celulares, jóias e dinheiro. Em alguns casos, roubaram até móveis pequenos e televisões, que eram usadas e depois jogadas fora nos acampamentos de soldados. Shrater disse que os soldados roubaram mil dólares e dois mil dinares. O pai de Yousef que sofre de asma. Na parte de trás do cômodo de esquina, Shrater passa sobre uma depressão no piso de mais de um metro e meio, onde os ladrilhos foram arrancados e a camada de areia foi retirada. "Eles fizeram sacos de areia para colocar ao lado das janelas para poderem atirar com metralhadoras." Os sacos ficaram jogados lá cheios de areia e de roupas. "Eles usaram as roupas das minhas crianças para fazerem suporte para as metralhadoras? lamenta Shrater " As roupas que eles não colocaram nos sacos, jogaram no vaso sanitário?, acrescenta ele mostrando. Os buracos feitos para usar metralhadora, estão nos quartos do lado oeste, na direção de Dawwar Zimmo onde foram, achados corpos metralhados que não puderam ser alcançados pelas famílias nem pelos enfermeiros (incluindo os médicos da Cruz Vermelha que foram atingidos quando tentavam alcançar um corpo). Do telhado podemos ver mais claramente a área onde os tanques foram posicinados, as incontáveis casas demolidas e destruídas, os estilhaços de bombas caídos dos mísseis jogados pelos tanques. O pai de Shrater, de 70 anos está no telhado e começa então a contar sua experiência quando foi seqüestrado de sua casa e trancafiado com sua mulher e outras pessoas durante quatro dias. "Eles vieram até nossa casa, ali," disse, indicando a casa de um piso onde ele vivia com sua esposa, ovelhas e cabras. "Os soldados israelenses chegaram na nossa porta, berraram mandando que saíssemos e começaram a atirar em nossos pés. Minha mulher ficou aterrorizada. Eles roubaram todo o dinheiro que tínhamos depois nos algemaram. Antes de vendarem nossos olhos, soltaram as ovelhas e as cabras das barracas e mataram todos com as metralhadoras. Mataram os oito animais na nossa frente.? O ancião Shrater, que sofre de asma e sua esposa Miriam foram então vendados e levados para outra casa onde, durante quatro dias, os soldados não permitiram que ele usasse o inalador e nem sua esposa usasse os remédios para diabetes. Nem se falava de alimento e água e o pai de Yousef Shrater disse que seus pedidos aos soldados eram respondidos pelos soldados com: ?Sem comida. Entregue-nos o Hamas, aí eu dou alimentos?. E como fazer uma coisa destas? Quem de nós sabia onde poderia haver algum membro do partido?? Mariam Shrater, still terrified from her four-day ordeal. O velhinho nos leva até as escadas atrás da casa de seu filho até a casa de seu pai onde sua mãe, ainda aterrorizada senta-se com os olhos ainda espantados com a crueldade. "Vimos coisas horríveis, horríveis. Vi mortos e mortos espalhados pela rua? diz ela, ainda em agonia. . Hajj Shrater concorda: "Em 63 anos eu nunca vi tanta maldade?, A insulina e a seringa negadas, estavam jogadas no chão, ao lado da porta junto com algumas pílulas. A vinte metros os restos da ração dos animais, jogados e sujos misturados com terra e detritos. A casa entre a casa de Yousef Shrater e a de seus pais também foi danificada. O teto de amianto está todo quebrado no chão dos quartos, da cozinha e dos banheiros, exceto pelos pedaços ainda pendurados. A cozinha está preta de fumaça do que deve ter sido uma bomba fosfórica e os pedaços de bomba estão por toda a casa. Duas portas de metal da fábrica do outro lado da rua, bombardeadas por um F-16 estão perto da cozinha, tendo entrado pelos buracos do teto, também destruído na quase totalidade. Mahmoud Shrater, irmãos de Yousef disse: "É impossível recuperar isto, temos que viver agora em barracas, no inverno.? Todas as imagens foram feitas por Eva Bartlett. Eva Bartlett is a Canadian human rights advocate and freelancer who spent eight months in 2007 living in West Bank communities and four months in Cairo and at the Rafah crossing. She is currently based in the Gaza Strip after having arrived with the third Free Gaza Movement boat in November. She has been working with the International Solidarity Movement in Gaza, accompanying ambulances while witnessing and documenting the ongoing Israeli air strikes and ground invasion of the Gaza Strip. Related Links ? BY TOPIC: Gaza massacres
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