Editoriais Noticias Editoriais Antigos Arquivo de notícias ve el calendario português | español english | esperanto | | otros medios |  | | | | | |  | Publica! Envie sus videos, audios, imagenes y entrevistas directamente desde su navegador. | Noticias cobertura inmediata de acontecimientos relacionados a los nuevos movimientos. | Política Editorial infórmate sobre la politica de publicación del CMI. | Conviertase en Voluntario unete al proyecto de democratización de los medios. | Contacto Envianos un mensaje. | Ayuda Como publicar tus artículos in distintos formatos. | Acerca del CMI Conoce los principios del CMI | Chat del CMI Entra a nuestro chat, "Aprende Como" | Apoye a Indymedia conoce los otros proyectos del imc y ayuda a la media independente | Historias Ocultadas Historias ocultadas, historias publicadas en doble y en desacuerdo con la Política Editorial. | | Red CMI Brasil |  | | Página estática de los colectivos. | Brasília Campinas Caxias do Sul Curitiba Florianópolis Fortaleza Goiânia Joinville Porto Alegre Rio de Janeiro Salvador São Paulo | | | | recibe el boletin del cmi |  | | | | buscar |  | | | | otros CMIs |  | www.indymedia.org Proyectos de la Red Global impresos radio tv satelital video Tópicos biotecnología Africa ambazonia canarias estrecho de gibraltar kenia nigeria sudáfrica America Latina argentina bolivia brasil chiapas (mex) chile chile, sur colombia ecuador méxico peru puerto rico qollasuyu (bol) rosario (arg) santiago (chi) tijuana (mex) uruguay valparaiso (chi) America del Norte canada hamilton londres, ontario maritimes montreal ontario ottawa quebec thunder bay vancouver victoria windsor winnipeg estados unidos arizona arkansas atlanta austin bahía de san francisco bahía de tampa baltimore binghamton boston bufalo carolina del norte charlottesville chicago cleveland colorado columbo danbury, ct estados unidos filadelfia hampton roads, va hawaii houston hudson mohawk idaho illinois, sur ithaca kansas city los ángeles madison maine massachusetts, oeste miami michigan milwaukee minneapolis/st. paul nueva hampshire nueva jersey nueva orleans nueva york nuevo méxico oklahoma omaha pittsburgh portland richmond rochester rogue valley saint louis san diego san francisco santa barbara santa cruz, ca seattle tallahassee tennessee texas, norte urbana-champaign utah vermont washington, dc worcester Asia burma india jakarta (ins) japón manila (fil) mumbai (ind) quezon (fil) Europa alacant (esp) alemania andorra anveres (bel) armenia atenas (gre) austria barcelona (esp) bélgica belgrado (scg) bielorrusia bristol (ing) bulgaria chipre croacia escocia estanbul (tur) estrecho de gibraltar euskal herria/países vascos flandres occidentales (bel) flandres orientales (bel) galicia grenoble (fra) holanda hungría irlanda italia la plana (esp) liege (bel) lille (fra) madrid (esp) malta marsella (fra) nantes (fra) niza (fra) noruega paris/isla de francia (fra) polonia portugal reino unido rumanía rusia suecia suiza tesalónica (gre) toulouse (fra) ucrania valencia Medio Oriente armenia beirute (lin) israel palestina Oceania adelaida (aus) aotearoa/nueva zelanda brisbane (aus) burma darwin (aus) jakarta (ins) manila (fil) melbourne (aus) oceanía perth (aus) quezon (fil) sydney (aus) Proceso discusión faq de indymedia fbi/situación legal listas de correo proceso & docs técnico voluntarios | | |
| | COMO SE CALUNIA O ATTAC -- E POR QUE Por ATTAC 09/01/2002 às 16:28 "Repete mil vezes uma mentira, e ela se tranformará em verdade". Atribuído a Goebbels, praticado todos os dias pelos monopólios da mídia, este ensinamento nazista assume brutalidade especial quando dirigido contra as organizações de esquerda. Foi usado com freqüência contra Cuba. Quando Camilo Cienfuegos, um dos líderes mais destacados da revolução, morreu num acidente aéreo, os jornalões de todo o mundo "asseguraram" que Fidel Castro havia mandado sabotar o avião. Mais tarde, o próprio comandante teria "expulsado" o "Che" da Ilha, forçando-o a procurar a morte na Bolívia. Ironicamente, Cuba é, agora, personagem e vítima de uma nova intriga. O movimento ATTAC teria "vetado" a presença de Fidel no II Fórum Social Mundial, marcado para Porto Alegre, entre 31 de janeiro e 5 de fevereiro. Plantada pelo diário francês "Le Monde", em 20 de dezembro, a "informação" foi reproduzida no Brasil, um dia depois, por "O Estado de S.Paulo" - que copiou a mentira alheia e acrescentou outras, de lavra própria. Não é difícil entender as razões da intriga. Cuba é um símbolo da revolução do Sul, de nossa batalha sempre viva contra o imperialismo. O ATTAC, que centra sua atuação na reflexão para a ação construtiva de alternativas, participa com destaque do movimento internacional que, nos últimos anos, tomou as ruas a cada nova reunião das instituições globalitárias, para deixar claro que não estamos condenados ao neoliberalismo. Mas as calúnias contra o ATTAC não param por aí. Soma-se à primeira inverdade o relato falso de um encontro que nunca aconteceu entre Bernard Cassen, Presidente da ATTAC França, e o presidente Fernando Henrique Cardoso, no qual, teria sido feito o hilário convite para que FHC presidisse a ATTAC no Brasil. E, como se não bastassem os ataques pessoais e raivosos contra o presidente da ATTAC França, estes estendem-se ao "Le Monde Diplomatique", publicação cujo editoral de dezembro de 1997 deu início ao movimento ATTAC. Os interessados em manter nossa sociedade desunida e impotente têm todos os motivos para tentar nos consumir em falsas disputas internas, para evitar que enfrentemos juntos a dominação selvagem anunciada, por exemplo, pela ALCA ou pelo Plano Colômbia. Lamentavelmente, a experiência ensina que, às vezes, gente que diz estar em nosso campo engole a isca. As causas podem ser a falta de informação, o excesso de vaidade, a cultura autofágica que continua a paralisar a esquerda. As conseqüências são sempre repulsivas. A partir de 26 de dezembro, um certo Laerte Braga passou a difundir, via Internet, mensagens nas quais repete as mentiras fabricadas por "Le Monde" e "O Estado de S.Paulo" - e vai muito além. Partidário de idéias que é incapaz de demonstrar, INVENTA fatos que tornem suas teses verossímeis. Eis os atentados contra a verdade e os movimentos sociais: 1. "RELATAR" UM FALSO ENCONTRO ENTRE BERNARD CASSEN E FERNANDO HENRIQUE CARDOSO Maldosamente intitulada "Os negócios da esquerda", a mensagem em que Laerte inicia sua agressão ao ATTAC e a Bernard Cassen é uma peça de ficção. Rica em detalhes inventados, como data, duração e local em que haveria acontecido uma reunião entre Bernard Cassen e Fernando Henrique Cardoso, em Paris, o autor ainda dedica-se a analisar as conseqüências deste encontro que nunca aconteceu. Todo o relato de Laerte é mentiroso. Cassen *não estava na França* no dia em que teria se encontrado com FHC; Cassen e FHC *nunca* se encontraram; e FHC jamais foi ou será convidado para assumir a ATTAC no Brasil. Tais afirmações são risíveis. A estratégia do autor é forjar uma vinculação entre o ATTAC e FHC para fazer parecer que a finalidade do ATTAC é não permitir que o Fórum Social Mundial assuma um caráter anticapitalista. Tal estratégia é reforçada pela redução das lutas deste movimento anti-globalização neoliberal à Taxa Tobin, que nunca foi a bandeira principal do ATTAC no Brasil, e não é a do ATTAC-França. 2. APRESENTAR "LE MONDE DIPLOMATIQUE" COMO "JORNAL LIGADO AO CAPITAL" Mas as calúnias contra o ATTAC não se restringiram às hilárias acusações pessoais a seu presidente, na França, e às sugestões de "instrumento da social-democracia"; estenderam-se também à prestigiosa publicação mensal dirigida por Ignacio Remonet e ele, o "Le Monde Diplomatique" O "Diplô" foi apresentado como vendido ao capital. Para quem não sabe, o "Le Monde" e "Le Monde Diplomatique" são duas publicações de periodicidade, controle acionário e principalmente linha editorial inteiramente distintas. O segundo nasceu do primeiro. A partir de meados dos anos 90, contudo, os integrantes de sua redação desenvolveram uma ação rara no jornalismo. Interessados em alcançar independência editorial, foram à luta. Articularam a criação de uma "Sociedade Amigos do Le Monde Diplomatique", formada por milhares de cidadãos dispostos a contribuir financeiramente para o surgimento de uma imprensa livre. Esta sociedade, juntamente com outra associação que agrupa a equipe do jornal, adquiriu o controle do "Diplô", tornando-o autônomo em relação ao "Le Monde". A redação é, assim, completamente livre de toda tentativa de pressão contra sua independência. No final do ano passado, "Le Monde" abriu seu próprio capital e colocou ações em bolsa. Na sua edição de dezembro, "Le Monde Diplomatique" criticou explicitamente a decisão, em mais uma demonstração de rebeldia. O diretor do "Le Monde" requereu direito de resposta na edição de janeiro de 2002 do "Diplô", e, num ataque claro a Cassen, acusou "membros da redação de "Le Monde Diplomatique" de "envolverem-se em atividades militantes". Ao longo da última década, "Le Monde Diplomatique" transformou-se num pólo internacional de denúncia do neoliberalismo e de debate de alternativas. Em suas páginas aparecem com freqüência nomes como Eduardo Galeano, Noam Chomsky, ou o subcomandante Marcos. Uma das características do jornal é assumir posições corajosas sempre que os países do Sul e os movimentos de libertação enfrentam o imperialismo. Em dezembro de 1999, defendeu em editorial ("Chavez", www.monde-diplomatique.fr/1999/10/RAMONET/12526.html) as reformas políticas do presidente da Venezuela, exortando a opinião pública européia a enxergá-lo sem preconceitos. Em abril de 2000, uma reportagem de duas páginas (www.diplo.com.br/aberto/miololivre.php?id=87) destacou a integração dos guerrilheiros das FARC com a população empobrecida de seu país e desmistificou as versões segundo as quais a guerrilha é apêndice dos traficantes de drogas. Em fevereiro de 2001, um artigo (www.diplo.com.br/aberto/miololivre.php?id=405) apontou a inconsistência das "provas" apresentadas contra o governo Líbio num tribunal francês onde o governo de Muamar Khadafi é acusado de ter praticado atentado contra um avião norte-americano, em Lockerbie, Escócia). A serviço de quem estará nosso acusador, quando, depois de fiar-se em "IstoÉ Dinheiro", procura apresentar "Le Monde Diplomatique" como inimigo, confiando na suposta desinformação de seus leitores? 3. MENTIR SOBRE O CONVITE A FIDEL PARA A MARCHA CONTRA A ALCA E A SOLIDARIEDADE AO POVO CUBANO Ao contrário da versão difundida por "Le Monde" e "O Estado de S.Paulo" - e maldosamente reproduzida -- Fidel Castro jamais *insinuou sua vontade* de participar do Fórum Social Mundial. No final de 2001, ele *foi convidado* a participar de duas atividades ligadas ao movimento do hemisfério americano contra a ALCA. O convite partiu do MST e de três organizações gaúchas, *entre as quais o ATTAC-RS*. Os que o convidaram apóiam-se na própria diversidade do FSM. Se, no encontro de Porto Alegre, são bem-vindos todos os que participam da luta contra o neoliberalismo, e se Cuba continua enfrentando de forma heróica o poder do Império, por que não contar com a presença do homem que simboliza esta resistência? Não seria, além de tudo, uma maneira de denunciar a odiosa exclusão imposta pelos EUA a Cuba desde que começaram as negociações para formar um "mercado comum entre as três Américas"? Fidel atenderá ao convite? Chefes de Estado são símbolos que polarizam sentimentos, emoções, manifestações. Diversas organizações européias acreditam que o comparecimento de Fidel provocaria divisão num movimento que é heterogêneo e não-alinhado à Ilha - mas no qual repousam as esperanças de combate à globalização capitalista *e ao poder imperial que oprime Cuba*. Caberá, nas próximas semanas, a Fidel Castro, a seus companheiros e a mais ninguém tomar a decisão. Ao longo de quatro décadas de revolução, eles deram prova de independência e inteligência política raras. Todas as organizações que formularam o convite - inclusive o ATTAC-RS - o mantêm. A versão difundida pelos jornalistas de mercado (e tristemente repetida entre nós) não passa de propaganda enganadora - e, acima de tudo, profundamente anticubana. Aos que nos agridem com calúnias, responderemos com nossa verdade e nossa ação. Unidos, os núcleos do ATTAC no Brasil ajudarão a espalhar pelo país a chama da rebeldia e o vento da transformação. ATTAC-RJ (Núcleo de Estudos Temáticos) / Ana Mary da Costa Lino Carneiro ATTAC-RJ (Núcleo de Estudos Temáticos) / Ceci Vieira Juruá ATTAC-RJ (Núcleo de Estudos Temáticos) / Maria Eloisa C.L. Mendonça ATTAC-RJ (Núcleo de Estudos Temáticos) / Mayra J. Gomes de Oliveira ATTAC-RS / Antonio Feix ATTAC-RS / Afonso Sperb ATTAC-RS / Carla Ferreira ATTAC-RS / Felipe Vier ATTAC-RS / Geraldo Feix ATTAC-RS / João Gabriel Santos ATTAC-RS / Jorge Cruz ATTAC-RS / Mathias Luci ATTAC-RS / Ricardo Grobovsky ATTAC-RS / Ricardo Madeira ATTAC-SP / Antonio Othom Rolim ATTAC-SP / Antonio Martins ATTAC-SP / Bianca Barreto ATTAC-SP / Carlos Tibúrcio de Oliveira ATTAC-SP / Daniel Merli ATTAC-SP / Diego Azzi Filho ATTAC-SP / Erick Moraes ATTAC-SP / Fernando Santos ATTAC-SP / José Corrêa Leite ATTAC-SP / José Cabrera ATTAC-SP / Léa Tosold ATTAC-SP / Luís Fernando Novoa ATTAC-SP / Paulo Goya ATTAC-SP / Regina Egger ATTAC-SP / Reynaldo Cué
URL:: http:// >>Adicione um comentário Obrigado por terem sido tão claros e eficazes em sua resposta ás calunias....mas chega fatos queremos promessas...ops!  | Presunção e água bem não fazem mal a ninguém. É um ditado antigo. A reação de alguns grupos da ATTAC no Brasil a denúncias de manobras e jogadas de Bernard Cassen, divulgadas amplamente na imprensa nacional e internacional francesa, especificamente só fazem confirmar os fatos. É contraditória a nota (fala uma coisa no início e outra no fim), e deixa cair a máscara. Em primeiro lugar imagino que eu tenha muita força, como diz uma estimada amiga, atacante por sinal, pois a nota apenas cita, “en passant” o “Le Monde”, a “Isto É Dinheiro” e o Estado de São Paulo, que publicaram os fatos e investe contra mim. Atribui-me o epíteto de “mentiroso”. Começa fazendo a apologia da revolução cubana e termina desdizendo-se. Não resiste a passar recibo na mão direita de Bernard Cassen para, num argumento pífio, tentar justificar, implicitamente, a ação de Bernard Cassen, via Ramonet, no sentido de ponderar, digamos assim, a Fidel, sobre as inconveniências de vir ao FSM. O Fórum não seria para chefes de estados. Ou seja: a revolução cubana é para ser defendida desde que fique por lá. Já Fidel Castro no FSM não. Aqui, ele “atrapalharia” Isso só faz corroborar a notícia divulgada em vários órgãos de comunicação, aqui e no exterior (os artigos de um “...certo Laerte Braga” são divulgados em todos os países de língua portuguesa e em várias países europeus. No caso dos artigos sobre Cassen os pedidos de autorização para republicá-los vindos da França, foram 21). E por que a resposta em bloco, assinada por vários integrantes de núcleos da ATTAC? Explicar o inexplicável. Só por isso. As denúncias trouxeram a público, ou para “a plebe ignara” como disse minha amiga atacante, o que não queriam que soubéssemos: as manobras para transformar o FSM num evento social democrata. Esse objetivo foi denunciado por “um certo Laerte Braga”, quase que ao mesmo tempo por vários sindicatos, federações e confederações em nota pública. Por um dirigente nacional do PSTU, todos, sem exceção, citando ATTAC. O que não perceberam, porque não sei, é que Cassen é apenas um clips. O script principal, nesse processo, é a aliança entre a social democracia européia e a social democracia brasileira, muito maior e muito mais ampla que a ATTAC e os “negócios” de Cassen. Sua importância, decorre apenas do fato de ser, a ATTAC, um das organizações que compõem o comitê coordenador do FSM e de Cassen achar-se o próprio FSM. É circunstancial, momentânea. Serve aos interesses da daquela aliança. As críticas, em nenhum momento foram feitas a organização, ou a quem quer que pertença a ela. Passaram recibo e seria interesante que esclarecessem isso, mas não com aquela história de solidariedade, etc. O que se quis dizer foi dito e está claro, aqui, na França para boa parte de atacantes e ex atacantes, é o apetite para o palco e as luzes que Bernard Cassen manifesta e o uso para si de um movimento que congregou gente em alguns países, seja iludindo a muitos, ou aliando-se a poucos. Tem sempre quem gosta de pegar uma casquinha, mesmo como coadjuvante. Tem “oscar” para coadjuvante também. Pena que excelentes figuras estejam enxergando o que não existe. O que facilitaria e tornaria o debate mais aberto é o fim da dissimulação: ATTAC é reformista e trabalha nessa direção. Se, eventualmente, um ou outro integrante, ou a maioria pensa o contrário, defende o contrário, não significa que Cassen vá fazer diferente. E sabem por que? Porque quem controla é Cassen. Quem manda é Cassen. Existem “n” núcleos de ATTAC que não assinam a nota por perceberem que os rumos tomados pela organização não são os apregoados por Cassen. São os que passam pela entrevista de FHC (A “Folha” também publicou) declarando risonho, fagueiro, lépido, que vai dedicar-se a ATTAC. Se os atacantes vão reagir é outra história. Mas pago para ver com quem Cassen vai ficar. Não é possível que “um certo Laerte Braga” esteja mentindo ao reproduzir e até ampliar, fatos divulgados em veículos de comunicação em vários países do mundo. Esse tipo de crítica, vulgar, querendo parecer equilibrada, beirando a baixaria, tentando o “attac” para desdizer-se quando tenta explicar a questão e o convite a Fidel, os problemas de sua vinda, no estilo a melhor defesa é o ataque, só faz confirmar, até porque conferiram a esse “um certo Laerte Braga” uma força espantosa, reiterando o que disse uma atacante. O mais curioso é que alguns signatários ali cansaram-se de elogiar artigos meus, corroborá-los e agora falam em “incapaz de demonstrar suas idéias”. O que existe nos artigos são informações e afirmações. Sherlock Holmes diria que elementar, pois as segundas decorrem das primeiras. São cristalinas. O verdadeiro propósito da nota é o de, pegos com as calças às mãos, têm que explicar o inexplicável. Ou por outro: explicável sim, direito legítimo de serem reformistas. Mas desde que às claras, sem discursos para um lado, prática noutra direção. Marco Antônio, na célebre peça de Shakespeare, “Júlio César”, no enterro do imperador, começa enaltecendo o caráter dos assassinos, louvando-lhe o gesto que resgata a democracia, o poder do Senado e, ao final, pergunta se César era tudo aquilo, no sentido negativo, ou se tinha virtudes? É mais ou menos como elogiar a revolução cubana, relembrar, para melhor ilustrar e tentar afirmar, fatos históricos relacionados com a mesma, para ao final, dizer, ainda que em entrelinhas, mas entrelinhas claras, que é melhor Fidel não vir. Por que não assumir de vez e arcar com o ônus (ou bônus, quem sabe?) da decisão? Por que dissimular? Marco Antônio às avessas. Os propósitos dele eram outros (em natureza das intenções). Reitero os termos dos artigos escritos sobre Bernard Cassen. E o faço integralmente. Muitos franceses farão coro no FSM às denúncias. Vão trazer, inclusive, fatos novos. Quem sabe alguns não acordam? Acordam e percebem que ATTAC, nesse momento, malgrado pessoas sérias e decentes, idealistas (isso está contido em outras palavras, mas claras, nos artigos) fazerem parte da organização, ATTAC é marca. Marca de Bernard Cassen para seus “negócios”. A história do “Le Monde” e “Le Monde Diplomatique” fica até difícil tocar. O majoritário nos dois é o mesmo, um é bom, outro é ruim, até porque nenhuma crítica foi feita a nenhum dos dois. Isso significa dizer que não desconheço nem o peso e nem a história daqueles jornais. Quer dizer, apenas, que Cassen, por força das circunstâncias acima descritas (o FSM), por se achar o “rei do Fórum, princípio, meio e fim, usa um, pouco importa o que publique, não se trata disso, nem se está discutindo isso, repele o outro. Será? É bom ficar atento que vem mais coisa aí.  | a attac só tem pelegos, lutam pelo capitalismo mascarado ou seja o domínio do capital com algum tipo de benefício social. vão todos PARA merda. socialismo ou morte.
|