| Oscar: Michael Moore protesta contra a guerra Por Harpo - CMI SP 24/03/2003 às 17:10 O documentarista americano Michael Moore fez um eloquente ataque à política de guerra americana durante a premiação do Oscar na noite de ontem.  Michael Moore Após anúncio de que havia ganho o prêmio de melhor documentário por "Jogando boliche em Columbine", Michael Moore chamou todos os outros concorrentes ao prêmio até o palco e, na companhia deles, proferiu um eloquente discurso contra a guerra. Dizendo que todos ali gostavam de não ficção, ele lembrou que, no entanto, vivemos em "tempos fictícios": "Vivemos numa época em que uma eleição fictícia elege um presidente fictício. Vivemos numa época em que temos um homem nos mandando para a guerra por razões fictícias, seja a ficção da fita adesiva [o governo havia pedido aos americanos terem fitas adesivas em casa para se proteger de ataques biológicos por terroristas] seja a fição dos alertas laranjas [nível de alerta estipulado pelo governo para alto risco de ataques]. Nós somos contra esta guerra, Sr. Bush. Que vergonha, Sr. Bush, que vergonha! O Papa e todo o mundo está contra você! Seu tempo acabou!" Além de Michael, outros artistas protestaram contra a guerra. Já na entrada, Salma Hayek, Tim Robbins e Susan Surandon entraram fazendo o sinal de "paz e amor". Já o ator And Serkis ("O senhor dos anéis") carregava um cartaz "Não à guerra por petróleo"
>>Adicione um comentário  | Accompanied on stage by his fellow documentary nominees, Moore, who won best documentary feature for "Bowling for Columbine," wasted no time in lighting into President Bush, the 2000 election and the war in Iraq. "I've invited my fellow documentary nominees on stage with us here in solidarity with me," he said, "because we like non-fiction and we live in fictitious times. We live in the time where we have fictitious election results that elect a fictitious president. We live in a time where we have a man who's sending us to war for fictitious reasons, whether it's the fiction of duct tape or the fiction of orange alerts. ... We have a man sending us to war for fictitious reasons. We are against this war, Mr. Bush. Shame on you, Mr. Bush, shame on you." Moore expanded on his comments with the press backstage. "I'm an American," he said. "You don't leave your citizenship behind when you enter the doors of the Kodak Theatre." He added that expressing opinions is "what I do. I do that in my filmmaking."  | Eu não vi o Oscar e não sei se ele foi vaiado (o que é bem provável) ou não. Mas esse Michael Moore parece ser um cara e tanto! Assisti a um documentário na GNT sobre a turnê de um livro dele que era uma verdadeira "cruzada-comédia" contra as corporações e o estado americano. Pena que não exista nenhuma tradução ainda. Michael Moore foi VAIADO quando atacou Bush e as forças armadas na entrega do Oscar. As imagens do link mostram-no MAIS TARDE, nos bastidores do Kodak Theatre, falando sobre as asneiras que geraram as VAIAS! Até Hollywood vaiou Michael Moore. Get your damn facts straight: Entertainment - AFP Michael Moore booed as he slams Iraq war at Oscars Mon Mar 24, 2:13 AM ET HOLLYWOOD (AFP) - Famed US documentary maker Michael Moore (news) used his win of an Oscar to launch a violent attack on US President George W. Bush and war in Iraq amid LOUD BOOS (= VAIAS!) from the audience.
| | © Copyleft http://www.midiaindependente.org: É livre a reprodução para fins não comerciais, desde que o autor e a fonte sejam citados e esta nota seja incluída. | |