Após anúncio de que havia ganho o prêmio de melhor documentário por "Jogando boliche em Columbine", Michael Moore chamou todos os outros concorrentes ao prêmio até o palco e, na companhia deles, proferiu um eloquente discurso contra a guerra. Dizendo que todos ali gostavam de não ficção, ele lembrou que, no entanto, vivemos em "tempos fictícios":

"Vivemos numa época em que uma eleição fictícia elege um presidente fictício. Vivemos numa época em que temos um homem nos mandando para a guerra por razões fictícias, seja a ficção da fita adesiva [o governo havia pedido aos americanos terem fitas adesivas em casa para se proteger de ataques biológicos por terroristas] seja a fição dos alertas laranjas [nível de alerta estipulado pelo governo para alto risco de ataques]. Nós somos contra esta guerra, Sr. Bush. Que vergonha, Sr. Bush, que vergonha! O Papa e todo o mundo está contra você! Seu tempo acabou!"

Além de Michael, outros artistas protestaram contra a guerra. Já na entrada, Salma Hayek, Tim Robbins e Susan Surandon entraram fazendo o sinal de "paz e amor". Já o ator And Serkis ("O senhor dos anéis") carregava um cartaz "Não à guerra por petróleo"