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| | Brasileiros serão 'marcados' com microchip Por Aldo Novak, editor 12/01/2004 às 06:36 75 MIL BRASILEIROS SERÃO 'MARCADOS' COM MICROCHIP Talvez as histórias de ficção científica devessem ser ensinadas nas escolas. E o futuro está chegando, com uma empresa privada marcando você como gado, controlando seus passos, controlando seu comportamento e sabendo mais sobre sua vida do que você mesmo. E que governo não gostaria de controlar estes dados? Mas será que o governo brasileiro vai permitir isso? 75 MIL BRASILEIROS SERÃO 'MARCADOS' COM MICROCHIP TRANSMISSOR AMERICANO Aldo Novak, editor A empresa VeriChip Corp assinou, há dois dias, um contrato sigiloso de distribuição exclusiva no Brasil do VeriChip RFID, para a implantação de milhares de chips localizadores subcutâneos modelo Solusat. Mais de 800 unidades já estão sendo preparadas para chegar ao país. Por meio deste chip, inicialmente instalado somente em gatos, cachorros e corpos de soldados americanos no campo de batalha, qualquer pessoa pode ser localizada em qualquer lugar do planeta, a qualquer hora, por meio de scanners localizadores especiais. Quando o scanner é aproximado da pessoa, o chip “liga”, enviando um número de registro com todas as informações do usuário diretamente para os computadores de controle. A empresa já anunciou que brevemente a localização será feita diretamente por satélites. Nos Estados Unidos a FDA (Food & Drug Administration) está proibindo a venda casada com informações sobre os cidadãos americanos, por isso a empresa se voltou para a América do Sul e alguns países europeus. Há discussões, nos Estados Unidos, para exigir que viajantes que entrem no país, no futuro, usem obrigatoriamente o chip -- informação negada, naturalmente. A informação foi dada pela revista Business Wire que garante que mais de 5000 chips localizadores já foram encomendados pelo Brasil e México. A empresa Metro Risk Management Group, LCC, é o distribuidor exclusivo do sistema no Brasil. A empresa controladora da VeriChip é a Applied Digital Solutions, Inc., e em um artigo publicado em janeiro de 2002 na EETimes a empresa controladora informou que este é um mercado que pode gerar "70 bilhões de dólares por ano", sim, bilhões. Isso, se a sociedade permitir que as populações sejam numderadas como gado. O QUE É O CHIP -- e seus perigos O VeriChip é um microchip transmissor, implantado sob a pele, que emite um sinal localizador de rádio (radio frequency identification, RFID) que, segundo a empresa, pode ser usado para uma "variedade de situações de segurança, análise financeira, identificação de emergência e outras aplicações". Especialistas em liberdades individuais dos Estados Unidos destacam as "outras aplicações" e o risco de que, no futuro, todas as pessoas sejam forçadas a ter implantes identificadores no corpo, tornando os governos totalmente informados sobre quem é você, onde você vai (durante toda a vida), o que você faz, o que você compra, com quem você fica.... e uma infinidade de outros perigos. Use a sua imaginação para saber que tipo de dados estarão nas mãos de algumas poucas pessoas e empresas... Uma população totalmente controlada seria um prato perfeito para uma nova ditadura mundial. A própria empresa informa que os chips podem ser usados para “defesa nacional” e quem tem dois neurônios sabe o que isso significa realmente para a oposição de qualquer país, qualquer que seja a época. O que a empresa objetiva é que cada pessoa tenha um chip verificador para entrar em instalações do governo (usinas nucleares, laboratórios nacionais de pesquisa, prisões e outro lugares “sensíveis”) e aeroportos, navios e estações rodoviárias, “para facilitar o trânsito das pessoas e acelerar o gerenciamento de transportes." O sonho de ditadores está nascendo. E, por incrível que pareça, agora o Brasil é o país do “futuro”. TUDO SOBRE VOCÊ A empresa acabou de divulgar que, brevemente, estará no mercado o VeriPass e o VeriTag, que permitirão associar o número da pessoa a sua bagagem (antes e depois da viagem), aos bancos de dados das companhias aéreas e aos serviços de segurança policial. Em um país como o Brasil, no qual criminosos se elegem para se protegerem da justiça e em que a polícia tem parte de sua corporação dominada por “funcionários” de criminosos, não vai sobrar nenhuma testemunha para mais nada, já que qualquer testemunha terá seus passos registrados. Cada passo. Naturalmente, haverá uma montanha de garantias de que a privacidade das pessoas será mantida e que ninguém mais saberá quando você foi até a igreja, comeu pizza ou fechou um negócio internacional. Mas todas essas garantias, como sempre, serão esquecidas e superadas pelos criminosos e pelos futuros ditadores que assumirem este ou qualquer outro país. São garantias falsas. Ponto final. A mentirosa explicação de que os celulares pré-pagos precisavam ser registrados para evitar que fossem usados pelo crime organizado serviu apenas para criar bancos de dados milionários para as empresas de telecomunicações e para redes internacionais de controle. Basta dar o nome completo de um brasileiro para algumas empresas americanas e pagar 450 dólares para ter o número de celular desta pessoa, seus dados pessoais, as informações do banco de dados da Serasa (sim, aquela que garante que isso não acontece) e até o movimento bancário dessa pessoa. Ilegal, perigoso e controlado por grupos privados não-brasileiros. Receita para o desastre. O LADO BOM O chip também tem um lado bom. Usuários de marca-passos e outras pessoas que precisam ser identificadas rapidamente, com seu histórico médico, podem ser salvas pelo sistema. Na verdade, a empresa usa este "marketing" para conseguir dar os primeiros passos no mercado. Em um país cheio de seqüestros, como o Brasil, o sistema também ajuda um pouco, mas logo os satélites americanos já estarão aptos a registrar a posição dos usuários em tempo real em qualquer lugar do planeta e então os seqüestradores serão detectados rapidamente. Isso até que comecem a cortar braços e pernas dos seqüestrados, para que digam se estão usando um localizador... O ACORDO COM O BRASIL Segundo as informações divulgadas pela empresa, 800 chips estão sendo enviados para o Brasil, além de 24 scanners de detecção. O acordo para distribuição no país tem duração prevista de 5 anos nos quais 75 mil chips de identificação devem ser implantados em cidadão brasileiros, além de haver previsão de 3.800 scanners de detecção. Parabéns. Gado Marcado, Gado Feliz. Relatório Alfa http://www.relatorioalfa.com.br Outras referências interessantes: Perigos do VeriChip http://www.techtv.com/siliconspin/features/story/0,23008,3375488,00.html Artigo na EETimes http://www.eetimes.com/story/OEG20020104S0044 Artigo no Cospiracy Planet http://www.conspiracyplanet.com/channel.cfm?channelid=74&contentid=416 Internet Legal http://www.internetlegal.com.br
URL:: http://www.relatorioalfa.com.br/modules.php?name=News&file=article&sid=282 >>Adicione um comentário "E faz que a todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e servos, lhes seja posto uma marca na sua mão direita, ou nas suas testas, para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tiver a marca, ou o nome da besta, ou o número do seu nome." Apocalipse 13:16-17" que maluco, ha uns 10 anos mais ou menos eu ja falava isso. Como muitos me consideram 'radical', exagerado, ficavam como sempre, olhando pra minha cara achando engracado minhas 'maluquices'. Pois é, essa aí nao foi, ne? Uma vez queriam colocar uniforme nos alunos numa escola. Eu concordei, mas falei que os professores e a diretora tinham que usar tambem. Nunca mais falaram de usar uniformes. Se vierem com um troco desses, ja tenho a proposta. Poe o chip, mas poe em todo mundo, o primeiro vai no presidente.  | Microchip - o desfecho final Por antichipsubcutâneo 10/01/2004 às 01:40 Caros amigos, Tenho formação em Engenharia Elétrica pela PUC de Minas Gerais, com Pós graduação “latu senso” na Universidade Federal do Paraná, estudos de especialização em informática em grandes empresas no Brasil e na Fundação Álvares de Azevedo de São Paulo, e experiência profissional de 17 anos em informática como programador e Analista de Sistemas. Tenho prestado muita atenção no desenrolar dos fatos na vida moderna, e é fácil notar o rumo que vem tomando a humanidade. O progresso em todas as áreas, principalmente a tecnológica avança aceleradamente, forçando uma adaptação do homem aos tempos modernos, o exterior avança rápido para não dar chance ao aparecimento do interior. Estamos mecanizados, robotizados. O progresso material acontece em detrimento do desenvolvimento espiritual. A tecnologia nos tempos de hoje é assunto corriqueiro, tratada com descontração e simplicidade especialmente no campo da informática. O que já era possível, com a eletrônica nas condições da época há alguns anos atrás, como a manipulação de grandes volumes de dados por meio da informática e processamentos “on line”, muito mais fácil o é em nossos tempos, com os incríveis avanços e aperfeiçoamentos, uso de satélites, telefonia, advento da internet, otimização de componentes, telemedicina, etc. Hoje os equipamentos oferecem todas as condições e facilidades de armazenamento e manipulação de imensos volumes de dados, com altíssima velocidade de processamento em tempo real e utilização de espaços físicos reduzidos. Pode-se dizer também, com tranqüilidade, que a informática tornou-se assunto doméstico, acessível a qualquer um, especialmente aos jovens. Para esses a televisão já está em segundo plano, ou até mesmo é coisa do passado. Costumo dizer que, levando-se em conta o nível de tecnologia que possuímos hoje, acho até que estão atrasados alguns inventos e acontecimentos que já poderiam estar ocorrendo há muito tempo dadas as condições e meios que tornam isso perfeitamente viável. O controle de informações das pessoas é uma realidade já faz algum tempo. Cartões bancários já trazem uma tarja magnética que tem impresso um código suficiente para acionar um enorme número de informações a respeito do proprietário do cartão, pois esse código liga, via processamento trivial, com computadores situados, nesse caso no centro administrativo do banco, onde se encontram dados pessoais, de sua família, grupo sanguíneo, gostos, situação econômica etc, que já tornam possível um perfil bem satisfatório da personalidade e da vida da pessoa, enviar correspondências com fins específicos, etc. Ora, o sistema em que vivemos quer isso, ter a vida das pessoas nas mãos para seus propósitos comerciais, políticos, sociais, a fim de poderem controlar, planejar, executar, para conseguirem poder e mais poder. Seguindo por essa linha, é fácil entender que o dinheiro então é coisa muita arcaica, antiga demais, não interessa aos objetivos do sistema, muito impessoal. O uso do dinheiro deixa escapar dados que são vitais para as articulações e planejamentos do sistema. Fácil perceber, não é? Em muitos cartões já estão instalados o chip. Portanto os fatos estão aí, só parar para pensar. Daí, para o implante no corpo humano, é um pulo, são questões burocráticas, políticas, estruturais. Pois o objetivo primordial é que as informações partindo dos pontos espalhados (bancos, mercado, cinema, shoppings, até Igrejas, etc.) seguindo projetos bem definidos, convirjam para um controle central (um centro computacional mundial). Já pensaram nas vantagens para o sistema? Todos e tudo sob controle, domínio absoluto. A vida das pessoas estariam literalmente nas mãos de um grande poder, as pessoas passam a ser governadas conforme a conveniência e o interesse de um super controle mundial (duro de aceitar, mas tenho que usar a expressão “nossos donos”). Bom enfatizar que esse poder manipulador acontece inclusive no nível físico, emocional e psicológico, pois já imaginaram o que significa um objeto estranho implantado no seu corpo? Fazendo parte do seu dia a dia? O corpo reage a qualquer objeto que lhe penetre e com o microchip não é diferente. Como já disse em outro artigo, o minúsculo microchip (do tamanho de um grão de arroz) também carrega venenos e possui um alto poder destruidor. Seus venenos são suas funções magnéticas, teletransmissoras, controladoras. Será que as pessoas se sujeitarão a isso? Não deveriam, mas provavelmente a maioria dará seu sim, pois a implantação desse invento vem sendo preparada pelo caminho de forma gradual, ardilosa, e será apresentado enganosamente como uma invenção tecnológica que será aplicada somente para o bem de todos. Essa realidade já está em andamento, mas penso que até de forma lenta, pois, como dito antes, condições tecnológicas existem para que esteja plenamente consolidada. Então por que ainda não? Deus sabe. Porque a vida pertence somente a Deus. Tudo depende da Santa Vontade de nosso Pai Eterno. Sendo assim fiquemos atentos e rezemos. Façamos como Maria, nosso discernimento vem pelo nosso Sim para JESUS em nossas vidas e não a esse poder satânico. Colaborador e amigo Antonio E.S. Miguel - Curitiba / PR janeiro/2004. Eccoar – Em Cristo com a Rainha Maria, e-mail: eccoar.jc@pop.com.br URL:: http://www.portalanjo.com  | hmmm é paranóia... ceticismo faz bem ;)  | "Amigos" do CMI, É verdade. As Smart-Tags já estão sendo testadas nos Estados Unidos (Wall Mart) e são revolucionárias. E o pior de tudo, é que podem ser usadas até mesmo em seres humanos (pela polícia, por exemplo). São pequenos chips de computador menores que uma cabeça de formiga que podem guardar muitas informações. Cada unidade custa aproximadamente 5 centavos de dollar. É desenvolvida no MIT (Instituto Tecnólogico de Massachusetts) em parceria com empresas importantes. No Brasil, existem dois núcleos de pesquisa, uma em São Paulo e outra em Belo Horizonte. Este projeto é ambicioso. Já podem dizer adeus ao velho código de barras e para as filas de supermercado. ------------------------------------------------------- Smart tag ou e-tag - Etiqueta inteligente que possui um microchip capaz de armazenar várias informações, como data de validade, lote de fabricação, descrição do produto, etc. Os dados são transmitidos por meio de radiofrequência a um equipamento de leitura. Fonte: http://www.guiadelogistica.com.br/dicionarioq-s.htm ------------------------------------------------------- Leiam também o artigo da Revista Fluxo: http://www.revistafluxo.com.br/arquivo/maio_2003/index_materia_capa.php ------------------------------------------------------- A etiqueta eletrônica pode resolver quase tudo: de falhas no controle de inventário e previsão de vendas à prevenção de roubo e de falsificação de mercadorias Quando o consultor Lyle Ginsburg, da Accenture, explica para executivos as vantagens do uso de um microchip do tamanho de um grão de areia para identificação de uma simples lata de Coca-Cola, já aguarda a fatal pergunta de pais ansiosos com a violência urbana: “Posso instalar esse equipamento em meus filhos”? Em vinte ou trinta anos, provavelmente, um “chip biônico” será implantado sob a pele humana, trazendo todas as informações pessoais e permitindo localizar facilmente o portador, seja por tecnologia de radiofreqüência (RFID, do inglês radiofrequency identification) ou via satélite. Será o fim tanto das carteiras de identidade como da indústria do seqüestro. Neste mesmo cenário futurista do RFID, as geladeiras e despensas também serão “inteligentes” e avisarão quando o estoque de determinado produto estiver se esgotando. O forno de microondas “lerá” as instruções do alimento e autoprogramará o tempo de cozimento ideal. No supermercado, as caixas registradoras serão desativadas: bastará passar o carrinho por um portal para que todos os itens adquiridos sejam instantânea e simultaneamente contabilizados. Por enquanto, porém, essas aplicações extremas da radiofreqüência não passam de ficção científica. De concreto, pode-se afirmar que várias empresas estão pesquisando as vantagens dessa tecnologia para a cadeia de suprimentos. Até agora, os resultados indicam que pode ser a panacéia para (quase) todos os males. A Procter&Gamble, uma empresa que fatura mais de US$ 40 bilhões anuais e mantém 250 marcas em catálogo, quer evitar prejuízos significativos com a falta de disponibilidade de seus produtos nas gôndolas dos supermercados. À Chep, que oferece serviços de pooling de equipamentos logísticos, interessa ter total controle da localização de cada um dos seus 180 milhões de paletes que circulam em diversas instalações mundiais. A Gillette, por outro lado, investe pesadamente para prevenir o furto de seus produtos em diversos pontos da cadeia de abastecimento. Já a Prada e a Benetton, duas das mais conhecidas confecções italianas, querem aprofundar o conhecimento dos hábitos de compra de seus consumidores. “Muitas vezes, quase 33%, o produto que falta na gôndola está no depósito da loja. As falhas de informação na cadeia de suprimentos causam prejuízo de US$ 250 milhões para a indústria. A solução está em eliminar o fator humano da equação”, diz Steve David, chief information officer (CIO) e business-to-business officer da Procter & Gamble. Inteligência - No caso, o “fator humano” seria substituído pelo minúsculo microchip emissor de ondas de rádio, embutido em uma pequena etiqueta auto-colante. O conjunto é conhecido como etiqueta inteligente (smart tag ou e-tag). Antenas receptoras, instaladas em pontos estratégicos das fábricas, armazéns, centros de distribuição e lojas, captam informações em tempo real e enviam esses dados para a análise de supercomputadores. Todo esse processo é feito sem intervenção humana. “Essa tecnologia deve representar um grande avanço em relação ao código de barras. Quando um caminhão carregado de mercadorias chega a um armazém, é necessário registrar palete por palete ou item por item. O leitor de código de barras tem de estar perfeitamente alinhado com a etiqueta. Se houver qualquer problema na leitura automática, um funcionário munido de um aparelho manual deve entrar em ação para sanar a falha do sistema”, explica o presidente e CEO da Chep, Victor Mendes “Com a tecnologia de radiofreqüência, a presença de todos os produtos, um a um, será notada automática e simultaneamente. Não é necessário ter um campo visual de leitura, as antenas captam tudo a 1,5 metro de distância. O caminhão só terá de passar, por breves segundos, por um portal de antenas. Cada item se relacionará a um palete específico. A localização do palete ou do produto no armazém será conhecida em tempo real”. Com a etiqueta eletrônica, cada produto ganha um código único. A etiqueta eletrônica é capaz de armazenar uma grande quantidade de informação, como fornecedores de matérias-primas, detalhes do processo de produção, data de fabricação, descrição do produto, lote, data de venda, nome do comprador e data de validade. Ao ser despachado da fábrica, o produto pode ser rastreado no transporte, no armazém e no ponto de vendas. Com isso, é possível obter relatórios em tempo real de mercadorias no armazém, em trânsito ou no centro de distribuição. “De 1950 a 1980, 140 dias separavam o fornecimento primário de insumos do momento de consumo de um produto acabado da Procter & Gamble. Em 1990, com utilização de ferramentas como a resposta eficiente ao consumidor (ECR, do inglês Efficient Consumer Response), esse ciclo caiu para 130 dias. De 2000 a 2005, a previsão é que o lead time seja reduzido em 50%, ficando em 65 dias. Isso equivale a praticamente eliminar estoques, o que deve gerar uma economia de bilhões de dólares anuais”, diz David. Prateleiras vazias - Ele explica que, na Procter & Gamble, os níveis de indisponibilidade de produtos (OOS, do inglês Out of Stock) nas gôndolas estão altos. “Fizemos uma pesquisa nos 20 varejistas de melhor desempenho dos Estados Unidos, coletando 18 meses de informação. Analisando 2000 itens (SKU), o que representa de 50% a 55% das vendas, constatamos que 13% a 18% dos produtos faltavam nas prateleiras. A informação de que é necessário repor o produ-to na loja demora de três a cinco dias para chegar à empresa. A previsão de vendas é pouco confiável, o que acaba por gerar a necessidade de mantermos grandes inventários para nos protegermos do OOS. Apenas 25% dos consumidores substituem produtos faltantes com outros da mesma marca ou similares. A maioria simplesmente sai da loja”, afirma David. Para resolver a falta de acuracidade na previsão de vendas, a Procter & Gamble pretende adotar o sistema de demanda em tempo real. Daí a necessidade da tecnologia de radiofreqüência, que também é chamada de electronic product code (EPC). No varejo, a etiqueta inteligente emite informações on-line que servem para gerenciar o controle de estoque e facilitar a reposição imediata de produtos nas prateleiras. A gôndola pode registrar cada item retirado pelo consumidor.” Com essa tecnologia, será possível produzir cada SKU todos os dias em vez fabricar um mesmo produto por duas semanas. A reposição será rápida e flexível tanto no centro de distribuição como na loja”, comenta David. O gerente comercial da Texas Rfid na América Latina, uma das empresas líderes na fabricação de componentes da tecnologia de radiofreqüência, dá detalhes de um dos projetos-piloto mais avançados no varejo. “Na Marks & Spencer, uma das maiores lojas de departamento da Europa, a implantação da nova tecnologia no setor de comercialização de alimentos reduziu em 80% o tempo gasto no controle do estoque”, adianta José Álvaro Casotti. A Marks & Spencer está aplicando a etiqueta eletrônica em 3,5 milhões de bandejas retornáveis de alimentos, no que é uma das maiores aplicações da tecnologia de radiofreqüência do mundo. O projeto foi lançado em novembro do ano passado e coincide com a reposição programada dos equipamentos plásticos, que são derretidos e reciclados. As bandejas inteligentes são utilizadas do fornecedor ao salão de vendas. A Marks & Spencer prevê que a informação viajará a uma velocidade seis vezes superior à atual em sua cadeia de suprimentos, levando à redução das perdas e permitindo que a entrega do produto na loja seja feita no último minuto possível, evitando criar estoques de produtos perecíveis nas prateleiras. “O consumidor terá à disposição alimentos ainda mais frescos”, diz James Stafford, da Marks & Spencer. Ferramenta contra furtos - O mesmo sistema pode ser programado para identificar padrões excepcionais de consumo. No caso da Gillette, por exemplo, um projeto-piloto demonstra a aplicação da tecnologia como ferramenta anti-furto. A Gillette já fez simulações da nova tecnologia aplicada em paletes e caixas. A terceira fase de testes, que consiste em aplicar a etiqueta eletrônica no próprio produto e avaliar o desempenho da gôndola inteligente, teve início em janeiro. Se uma grande quantidade de cartuchos de aparelhos de barbear é suprimida simultaneamente da gôndola, é emitido um alerta aos seguranças da loja. Imediatamente na gôndola, ouve-se um sonoro bipe e, no visor, aparecem os dizeres: “Obrigado por preferir Mach 3”. “Por terem alto preço e valor de revenda, além de serem de pequeno volume e fáceis de carregar, os produtos da Gillette são freqüentemente furtados. O problema é tão sério que já motivou diversas pesquisas e estratégias de prevenção de perdas. Ocorre que a Gillette descobriu que os furtos acontecem em diversas etapas da distribuição e não só no ponto de venda. Portanto, qualquer ferramenta que a Gillette utilize para prevenir a ocorrência deve ser igualmente funcional no salão de vendas, no estoque das lojas ou nos centros de distribuição. Por isso, a Gillette é uma das empresas que estão mais adiantadas nos testes realizados com a etiqueta eletrônica”, diz Viviane Aguiar, da Gillette. A loja da Prada no Soho, em Manhattan, usa a identificação por radiofreqüência não só para controlar estoques como para criar “closets virtuais” para seus clientes e armazenar informações sobre as peças que provaram ou compraram nos últimos meses. Os vendedores foram equipados com leitores portáteis que colocam à disposição todas as informações que precisam. Os provadores da loja também ficaram inteligentes. As informações das etiquetas eletrônicas das peças a serem provadas são captadas e projetadas em uma tela de cristal líquido, que mostra também todas as características do produto. O cliente ainda pode solicitar a indicação de outras peças e acessórios que combinem com aquelas selecionadas para a prova. Dessa forma, as vendas ficam mais eficientes. Uma aplicação da etiqueta eletrônica que certamente não passou despercebida pela Prada é a prevenção da falsificação de mercadorias. Mesmo que um falsificador instale uma etiqueta falsa em uma bolsa similar à da Prada, o item não constará do inventário da marca. Pânico na Benetton - Já a Benetton registrou alguns problemas. Em abril, teve que vir a público para declarar que não implantou microchips nos 100 milhões de artigos vendidos com sua marca. Vários artigos publicados pela imprensa que informavam os progressos da empresa nas pesquisas da tecnologia de radiofreqüência acabaram por criar pânico nos seus consumidores, que viam a iniciativa como uma forma de invasão de privacidade. De fato, é certo que a disseminação do RFID deve gerar uma série de discussões sobre os direitos do consumidor, que poderão ter seus hábitos de compra e de consumo devassados. Se a etiqueta inteligente for aplicada nas latas de Coca-Cola, por exemplo, é provável que a empresa norte-americana possa saber quantas unidades são consumidas em determinado período em cada família, quais as preferências de sabor e outras informações de mercado relevantes. A Benetton admite que está avaliando a tecnologia de RFID, mas enfatiza que não realizou estudos de viabilidade sobre a possível aplicação industrial do EPC. A empresa italiana informa, no entanto, que se reserva o direito de tomar qualquer decisão que gere o máximo de valor para seus acionistas e consumidores. Os clientes da Benetton certamente se precipitaram. Embora a tecnologia de radiofreqüência tenha evoluído muito rapidamente e recebido uma atenção ímpar da indústria e do varejo nos últimos dois anos, ainda leva tempo para que cada item adquirido leve um microchip espião para dentro de sua casa. Para as corporações, as vantagens são inúmeras. O equipamento é simples. Já os desafios que deverão ser superados para que essa tecnologia seja rapidamente adotada e disseminada são bastante complexos. Mesmo assim, os pesquisadores acreditam que o RFID esteja massificado em cerca de dez anos. É consenso que as etiquetas inteligentes serão aplicadas primeiramente em paletes. Em seguida, virão as caixas para, ao final, chegarem ao item de consumo. Nesta última fase, a etiqueta inteligente será usada primeiramente em bens de alto valor agregado. Para que a tecnologia seja aplicada em larga escala, no entanto, falta a definição de um padrão mundial de uso, além da redução dos custos das próprias etiquetas leitores e antenas de radiofreqüência. Desafios para pesquisa - A Texas Instruments acaba de ampliar sua capacidade de produção de etiquetas inteligentes de sete milhões para 17 milhões de unidade ao ano. Segundo a empresa, o aumento da produção, associado ao fato de a multinacional não depender de terceirização para entregar a etiqueta com chip pronta para ser usada no mercado, provocou uma forte redução no custo da tecnologia. Casotti informa que o preço unitário está entre US$ 0,30 a US$ 0,60, contra a oferta de mercado que varia de US$ 1 a US$ 1,50 por unidade. Casotti admite que a tecnologia ainda é cara para produtos de valor agregado muito baixo. Para ser economicamente viável e substituir o código de barras, teria de custar US$ 0,05. Para David, da Procter & Gamble, o preço deveria ser de US$ 0,01 Pelo desempenho do mercado, é possível que se chegue a esse valor antes do esperado. Antes de 2001, o preço unitário era US$ 2. É no Auto-ID Center do Massachussets Institute of Technology (MIT), nos Estados Unidos, que estão sendo feitas algumas das mais promissoras pesquisas no uso da radiofreqüência. O diretor-executivo do Auto-ID Center, Kevin Ashton, acredita que esta será a fórmula para a informação triunfar sobre o inventário. O Auto-ID Center foi fundado em 1999 e tem algumas das maiores empresas mundiais como seus principais patrocinadores. Um dos principais objetivos do Auto-ID Center é criar os padrões de uso da tecnologia de radiofreqüência. São três os desafios de pesquisa. O primeiro é viabilizar a tecnologia a preços acessíveis para que uma etiqueta eletrônica possa ser aplicada a cada lata de refrigerante. O segundo desafio é criar uma arquitetura de rede que não entre em colapso com a enorme quantidade de dados enviada, simultaneamente, por centenas e centenas de etiquetas. Por último, a Auto-ID Center estuda as prováveis aplicações da tecnologia de radiofreqüência para identificação de objetos. Parece que o céu é o limite. “No futuro, robôs poderão selecionar diferentes produtos para serem embalados em uma mesma caixa ou palete em linhas de separação”. -------------------------------------------------------  | Como já foi dito aí em cima esses microchips RFID já estão do tamanho de uma cabeça de alfinete. Mais um pouco e serão ainda menores ao ponto de podermos engoli-los junto com um alimento industrializado sem que sequer tomemos conhecimento. Os sucos digestivos removerão uma camada protetora expondo uma outra superficie coberta com certas enzimas que vão aderir firmemente a parede intestinal, onde ficarão ativos por anos. Pronto. Está criado o verme eletrônico. Todos seremos infectados e vigiados pelo Grande Irmão. Como tem informação aqui. Ufa! não tive saco pra lê. Mas alguém sabe como fazer para ser voluntário dessa P****a? Vai ser engraçado ver os sequestradores enviarem a mão de alguém como prova contendo o micro chip. Mais engraçado ainda vão ser as sabotagens que irão causar prejuizos enormes, imagine um lote de informações erradas ou sabotadas e o povo irá saquear os supermercados. Onde alguns aqui veêm organização eu só consigo ver caos, pois não foi diferente com a Internet e não será diferente no futuro. À merda com esta tecnologia. Vocês já perceberam que o poder está fazendo com a cada dia que passe, seja elaborado um plano para que não possamos mais criticar, protestar, interferir, etc?. não é paranóia não, é uma verdade que bem aos poucos vai tomando conta da situação. Isto já aconteceu com as urnas eletrônicas, pois quem irá contestar agora? porém o poder sobre os controle dos dados está nas mãos de umas poucas pessoas.  | Ótima idéia, vamos implantar chips nos dentes dos políticos e rastrear toda sua vida política, seu salário, suas economias, em que moteis eles foram, etc. Opsss, esqueci, esta história de micro-chips não vai dar certo no Brasil. Imagine as contas dos políticos em paraisos fiscais, o super faturamento nas licitações de produtos irão aparecer, os desvios de verbas não serão mais possiveis, não pode, deixem os políticos em paz. Esta tecnolgia no Brasil não tem futuro algum, todos os políticos irão votar contra! Ha ha ha ha ha ha ha! O que isto aibnda ta fazendo na coluna da Direita ? Vamos pensar no lado bom da coisa, eu sou analista de processos e estou iniciando um projeto para aplicação dessa tecnologia na indústria em que trabalho. A idéia é ter um controle eficiente do nosso ambiente de produção, localizar e identificar as peças desde a chegada da matéria prima até o envio do produto manufaturado e montado para o cliente, inclusive com integração ao nosso sistema de ERP(SAP). Uma utilização industrial dessa tecnologia é muito bem vista na minha opinião...e cá entre nós, quem é ruim, quem quer fazer o mal para os outros vai fazer com ou sem RFID, won't they??? Abraços!! Depois q tdo mundo souber vcs vao ver oq todos vao falah o governo brasileiro vai se fude com isso, e vc o ultimo que postou ae o FOP, vai dah a tua bunda pra kem tem tempo, kem apoia essa coisa besta (é parada dos demonio mesmo, tah na biblia) ae eu voh sacanear e bate se for presciso...hah e creio q vaum ter muitos pra me apoiar.......... :C Hah eu voh tirah essa parada de mim se colocarem, kero fude com esses caras, eu tiro na faca mesmo...e garanto q o cara q inventou isso tah com seus dias marcados........ se vc não aceitar a jesus como o salvador da sua vida com certeza vc aceitara o numero da besta que e este microchip 666 e ira para perdição eterna com o diabo e nunca mais tera salvação na tua vida por isso aceite a jesus e não deixe ninquem colocar este microchip em qualquer parte do seu corpo pois se vc deixar colocar e deipois quizer retirar não terar mais jeito pois o liquito que tem no microchip ti matara e vc não sera salvo, cuidado,,, Jesus te ama que quer ti livrar lembre- se destas palavras..
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