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| | Campanha contra onda de violência homofóbica em São Paulo
No próximo dia 23 de fevereiro, sexta-feira, às 20h, na Rua Vieira de Carvalho, haverá uma manifestação contra a violência homofóbica na cidade de São Paulo, organizada pela Associação da Parada do Orgulho GLBT de São Paulo. A manifestação dá início à campanha "Não se cale!", que visa a estimular as pessoas que sofreram violência em razão da sua sexualidade a efetuarem denúncia em serviços capacitados para lidar com casos de discriminação. Nas últimas semanas, têm se multiplicado os relatos a respeito de homossexuais vítimas de violência em regiões da cidade de São Paulo conhecidas por serem de grande freqüência de GLBTs. No mês de janeiro, na Praça da República, um homossexual foi espancado por uma gangue homofóbica e perdeu um rim em decorrência disso. O ataque aconteceu no mesmo local em que o homossexual Edson Néris foi espancado até a morte, em 2002. No mês de fevereiro, um professor universitário teve que ser internado após ser espancado por uma dessas gangues, tendo o maxilar e vários dentes quebrados pelos agressores. Os relatos ainda informam que policiais teriam negado socorro à vítima. Dados levantados em 2005, em pesquisa realizada na 9a. Parada do Orgulho GLBT de São Paulo, indicam que, entre os 721 GLBT entrevistados, 72,1% já haviam sofrido situações de discriminação e 65,7% já haviam sofrido situações de agressão motivadas pela sua sexualidade. O índice de vítimas que chegavam a denunciar essas agressões para outras pessoas que não familiares e amigos não ultrapassava, porém, cerca de 1/3 da amostra: 13,4% chegaram a fazer denúncias para a polícia e 5,1% o fizeram para grupos do movimento GLBT. Embora a relação entre grupos estigmatizados e polícia não seja das melhores, em detrimento dos primeiros, têm surgido serviços capacitados para receber essas denúncias, que o movimento GLBT se esforça por divulgar, esforço no qual se insere a campanha da Associação da Parada. A idéia é que todas as pessoas saiam nas ruas com panelas, para fazer uma grande batucada contra essa situação que não pode continuar acontecendo e nem deve ser abafada. As pessoas não devem ter medo de denunciar e cobrar que sejam tomadas medidas para deter esses casos de homofobia e violência. Manifestação: Basta! Chega de violência e omissão! Onde: Rua Vieira de Carvalho, esquina com Praça da República Quando: dia 23 de fevereiro, às 20h Reportagens sobre o ato Fotos: I Relato: Relato do ato contra Homofobia Leia mais: manifestação contra a violência | relato de violência na Alameda Itu | Baixe em pdf pesquisa na 9a. Parada GLBT de SP: "Política, direitos, violência e homossexualidade"
Vamos todos/as nos unir nessa campanha. Não importa se se é heterossexual, homossexual, bissexual, assexuado/a...o importante é reconhecer que esse tipo de violência é intolerável. Basta ter o mínimo respeito pela vida para ser contra tais barbarismos. SObre essa patifaria Simplismente oque tenho a dizer que o provavel suspeito disso é um kra chamado ANTRAX, pseudo punk que depois de tomar um pau d uma anrcopunk ficou stressado e comessou a caçar gays na augusta. Sim esse individuo usa do nome do punk para legitimar suas açoes violentas mesmo o proprio depois do proprio movimento colocar ele pra fora. Ou n me digam q entre os agressores n tinha um cabeludo fortão com costeletas???? Esse figura inclusive foi um dos kras q fuderam com os atos da frente de luta contra o aumento. Defendam-se, é a le i! Os homossexuais devem se unir, andar em grupos e TREINAR ARTES MARCIAIS!!!!!!!! não para atacar, mas para se defenderem ! A sociedadade brasileira é violenta, o machismo é violento sim!e ninguém vai lhes defender! Não sou Homossexual porém acho que qualquer um pode ser um guerreiro na defesa de suas causas! inclusive as mulheres também! Chega de preconceito ! Basta! Queremos bradar, soltar o grito de discórdia contra a intolerância. CHEGA DE PRECONCEITOS, SEJA QUAL FOR O SEU ALVO !! Eu quero participar! Depois disso é impossivel ficar parada, eu quero participar ativamente, como faço? stop homofobia o colectivo queer da Galiza "maribolheras precárias" prepara accão de solidariedade para com a comunidade LGBT brasileira http://galiza.indymedia.org/gz/2007/02/10018.shtml http://maribolheras.blog.com/ Violência generalizada A violência nos grandes centros urbanos atinge a todos, não apenas os viados. CMI aderiu ao sensacionalismo Quanto sensacionalismo com essa foto aí... tristeza A foto é forte... mas será que é sensasionalismo? acho mais para realidade do que outra coisa... o cara foi espancado por um grupo de filhas da puta, os gambés não tem respeito nem à própria profissão, ou seja ta tudo uma merda... realmente é foda olhar pra a imagem... mas prefiro ver essa do que as 4 mil fotos que o Terra fez sobre o carnaval... Prensa internacional Vive Esta nota fue publicada en los breves del noticiero internacional de vive TV en Venezuela.... Saludos "Aparelhamento da Manifestação" Estive na manifestação na Viera de Carvalho (dia 23/02). Achei impressionante alguns comentários por parte da Organização da Parada do Orgulho GLBT e parceiros. A palavra de ordem era: Denuncie! Ótimo, acho que denunciar é importante, mas várias denuncias foram feitas no próprio ato, e o que isso muda? Dá visibilidade é um primeiro passo, mas... Quando alguns militantes falaram sobre os/as homossexuais começarem a reagir, não deixarem invadir seu espaço e não se deixarem ser agredidos e torturados. O que uma das coordenadoras da Parada respondeu? Que não se resolve o problema com violência, mas com denuncia. Como disse um companheiro que também estava no ato: morto não faz denuncia! Pensem nisso... Não é incentivar a violência, mas a autodefesa, a dignidade. Autodefesa é um instinto humano inclusive, preservação. Outro comentário quando o microfone foi aberto ao público é de que temos que tomar cuidado ao "confiar" na polícia, pois dentro dessa instituição também há skin-heads, neonazistas, etc (não importa o nome), mas há grupos que promovem uma "limpeza" social. Mais uma vez, a mesma coordenadora da Parada replicou dizendo que a mesma polícia que têm esses indíviduos homofóbicos, defende essa população. É verdade, não dá para generalizar, dizer que toda a polícia é ruim, mas uma denuncia pública de que há grupos de limpeza social dentro da polícia é muito sério!!! Admiro a coragem do rapaz que se colocou e relatou esse fato publicamente em alto e bom som. Outra coisa, essa manifestação, "aparelhada", desqualificou as falas das pessoas que alí estavam. Tinham o direito de falar, mas se não condizia com a postura da organização da Parada, era diminuida. Uma pena... Depois que as pessoas se desinteressam por esse tipo de movimento, classificam as pessoas como alienadas e ignorantes. Será que essas pessoas que têm coisas a dizerem estão sendo ouvidas???? Alguém foi de bar em bar, conversar com as pessoas, explicar o que estava acontecendo e convidá-las para o evento? Falaram tanto de denuncia, denunciar etc, mas o que foi proposto em prática? Pediram que hajam delegacias especiais em regiões centrais ou capacitação das delegacias na região que há maior concentração de homossexuais? Policiamento comunitário? A Organização da Parada vai acompanhar melhor e de mais perto as denuncias efetuadas??? Acho que há que se mudar um pouco o jeito de se fazer política... Chega de discursos prontos, temos que escutar o que as pessoas tem a dizer! Porque não fizemos um tipo de assembléia, discussão, oficina, seja lá o que for! Um dos militantes agradeceu a participação do público ao evento! É isso mesmo, parecia um público (um bando de gente) em um evento (de discursos prontos e os que não estavam prontos foram desqualificados). Não quero "destruir" a Organização da Parada, acho que ela tem promovido ações interessantes, mas é importante estar realmente aberta e ter a uma real autonomia em relação a política partidária. "vida normal" ...E o q é uma "vida normal", camarada?? Ficar assistindo em casa ao bigbrother, pagar imposto sem reclamar, ir à igreja, reclamar da insegurança ou dar uma umazinha com a esposa de dois em dois em dias...? Cada um sabe de si e ninguém tem nada a ver com o cu do outro ou com o cérebro mesmo! Cadê o comentário?? Porra, esse CMI é fóda mesmo hein? Me deixaram aqui falando sozinho, respondenddo ao comentário de alguém aí q agora vi q foi apagado... falta do que fazer é uma tremenda falta do que fazer ficar respondendo esses trolls do cmi: pedro mundim, pearl jam, pingo, jonatan, marcelo, $ ... ainda mais troll evangélico ou católico. o cmi ta certo em esconde-los. bjos ao anarchiskas sobre a manifestação Agradeço as críticas sobre a manifestação que organizamos ontem. Sou a pessoa que esteve com a desconfortável posição de procurar dar fala aos vários grupos presentes e uma das que esteve correndo atrás de carro de som, apoio policial, articulação de apoios das mais diversas forças políticas durante os dez dias que precederam a manifestação. O que posso dizer é só que não é uma tarefa simples e que nunca as coisas são perfeitas. Só posso pedir desculpas e que continuemos dialogando se não fui capaz de garantir a plena expressão a tod@s, juro que tentei e que tenho especial apreço por várias pessoas e grupos que manifestaram opiniões que acabei comentando, como a questão de auto-defesa da "comunidade" ou da presença de facistas homofóbicos na polícia. Infelizmente aquele não era o momento para dialogar, mas concordamos, há homofóbicos e há gente que de fato é sensível às necessidades de grupos sociais como GLBT, sem teto, pobres e outros que são oprimidos de modo violento em algumas ações da polícia no cotidiano. Quanto aos GLBT partirem para o enfrentamento físico com bandidos e neonazistas, podemos discutir mais, mas não acredito que seja seguro ou justo, já que nos são cobrados impostos para garantir entre outras coisas a segurança. Um ato não resolve problema algum, mas visibiliza as questões e mobiliza forças. O importante são as ações que se estendem no cotidiano e que procuram dar resposta às questões e energias mobilizadas num ato. Se a manifestação fosse aparelhada, não poderia haver voz para vários partidos e forças políticas de dentro e fora do movimento GLBT. O trabalho foi bastante grande durante vários dias para evitar que houvesse aparelhamento partidário e para que pelo menos os apoiadores do ato pudessem todos falar. E a situação na hora foi de grande pressão, pois tínhamos hora para desligar o som e as pessoas que foram vítimas de violência, diferente de ativistas que são mais acostumados a terem falas mais objetivas, falaram por vezes mais longamente. Sobre ouvir a voz das pessoas, a manifestação ocorreu porque ouvimos as pessoas nos bares cotidianamente. Enquanto estávamos em torno do carro com microfone e falas havia um outro grupos de ativistas nos bares distribuindo materiais e conversando com as pessoas, como normalmente fazemos no cotidiano. Não se tratou de uma manifestação sem lastro com o que ouvimos e fazemos no dia-a-dia. Sobre a proposta prática que temos em mente neste momento: não queremos delegacias especiais, queremos respeito em todas as delegacias; queremos poder dialogar com o pessoal da polícia num espaço de "formação" que permita discutir as difculdades cotidianas dos dois lados ao lidar com a questão GLBT; queremos que a polícia cumpra mais efetivamente o seu papel de proteger os cidadãos, independente da classe, cor, orientação sexual, identidade de gênero ou qualquer outra diferença; queremos que quem está no legislativo também cumpra seu papel, legislando para o conjunto da sociedade, inclusive para GLBT e pessoas que estão em outros grupos ou situações de opressão (isso incluir derrubar o veto à lei municipal e aprovar a lei federal, que vai agora à votação no Senado). Sobre discursos prontos, é tudo que não houve: o carnaval atrapalhou muito a articulação, pois muita gente estava viajando ou descansando. Foi um desafio botar a manifestação na rua com tão pouca articulação prévia. Não tínhamos nenhuma idéia mais formada a respeito do que os outros grupos ou representantes de órgãos que estiveram lá iriam dizer. Fica o convite para os coletivos ou pessoas que se sentiram com a voz ou propostas menos valorizadas no ato, para o diálogo mais próximo. Todo trabalho que fazemos é parte de uma construção coletiva. Talvez seja fundamental que a voz de vocês se faça mais presente no nosso cotidiano. Aproveito para agradecer, em nome da organização da manifestação, ao pessoal do MPL, dos anarco-punks, do CMI e outros coletivos independentes que apoiaram o ato efetivamente. E nos colocamos à disposição para o que precisarem. Discussão sobre a forma como aconteceu o ato Regina, primeiramente gostaria de agradecer a sua resposta pessoal e rápida, por assumir algumas críticas e esclarecer pontos em relação ao ato e à Organização da Parada. A sua postura é bastante honrosa. Entendo perfeitamente que você deveria estar em uma posição desconfortável, por todas as questões de infra-estrutura, organização política e, claro, o tema que é bastante delicado e sério, mas de qualquer forma só não gostaria de deixar passar batidas algumas observações do modo como o ato aconteceu. "Aparelhamento" (note que escrevi entre aspas): Vocês abriram o microfone para as pessoas se manifestarem e isso já é um avanço em relação a alguns atos, mas o modo como você intermediou as falas, enfraqueceu alguns conteúdos (por exemplo, a questão da autodefesa por parte de pessoas GLBT e da existência de alguns policiais que promovem ações homofóbicas), dando a impressão de que se não estavam de acordo com as posturas da Organização da Parada, a sua importância era diminuída. Daí, a sensação de "aparelhamento", se não diz o que quero, é abafado. Discursos prontos: não disse que os discursos prontos eram por parte da Organização da Parada, mas em uma grande parte deles se responsabilizava ora o Estado, o Sistema ou as pessoas "alienadas" por todos os problemas de violência contra homosseuxais. Aí minha colocação - Quem elege os representates do Estado e cobra o cumprimento de suas funções? Quem reproduz o Sistema? Por que as organizações e movimentos existentes não conseguem mobilizar as pessoas ditas alienadas? Culpa-se o outro, mas cadê a NOSSA responsabilidade? Se não nos voltarmos para os problemas internos de articulação entre organizações e movimentos GLBT e os processos de mobilização e sensibilização, não vamos avançar. É isso que chamei de discursos prontos, esses que malham sempre os mesmos Judas, mas não olham para o próprio rabo. Sensibilização na região do ato: antes de começar o ato, e também durante, fiquei nos arredores do aglomerado de pessoas, várias vezes vieram me entregar panfletos, mas ninguém me explicou o que estava acontecendo, ninguém me convidou para chegar mais perto. Regina, você mesma convidou, pelo microfone, as pessoas nos arredores para se aproximar, mas é diferente de uma conversa cara a cara por parte de quem se encarregou de realizar essa sensibilização. Daí, as pessoas que não participaram, foram rotuladas de alienadas e ignorantes (Não estou dizendo que foi a Organização da Parada que disse isso). Assim como você escreveu que organizar o ato não foi uma tarefa simples e que nem tudo sai perfeito, você tem toda a razão! Com a mobilização vai ser a mesma coisa, nunca todos vão participar das organizações e movimentos GLBT, assim como das atividades promovidas por eles. Por que, então, não trabalhamos com quem está interessado/a e daí verificar porquê as pessoas não se engajam? Na minha opinião existem dois fatores principais: algumas pessoas por questões pessoais têm dificuldade de se implicar e outras não sentem as suas demandas contempladas, seja na forma de como funcionam as organizações e os movimentos, seja no que reivindicam. Mais uma vez se responsabiliza o outro, mas não se trabalha concretamente com as questões internas que deveríamos enfrentar. Mais uma vez quero dizer que não tenho a intenção de "detonar" com a Organização da Parada nem com o ato, como foi citado na resposta ao meu comentário, o principal objetivo foi o de dar visibilidade e de mobilizar forças contra a violência às pessoas GLBT, e isso foi alcançado com sucesso, pois fez com que movimentos e organizações se articulassem, envolveu represetantes da polícia, fortaleceu o debate na grande mídia. Mas acho que com críticas construtivas podemos ir além, repensar a forma como os atos acontecem: porque eles não atraem tantas pessoas que estariam diretamente ligadas à questão? Seria possível desenvolver um caráter de formação e de engajamento (orientar as pessoas e mostrar como elas poderiam contribuir, seja para uma causa, seja de como se engajar de fato em alguma organizão ou movimento)? Regina, através desse nosso diálogo, via CMI, uma ferramenta aberta de comunicação, você também pôde esclarecer questões sobre quais encaminhamentos práticos e quais ações a Organização da Parada está envolvida. A sua resposta serve para reafirmar o comprisso da Organização da Parada com o diálogo aberto e uma construção coletiva, sem ignorar os problemas por quais tal organização passa, assim como o próprio movimento como um todo. será? O que será que esse cara fez para apanhar assim? Será que é só porque é viado? Muito mal contada essa história. AS FACCÕES ALIMENTAM O ÓDIO AOS GAYS Apanhei aqui mesmo no midiaindependente. Digo que todas as facções estão a muito alimentando o ódio de muitos MENORES contra os gays. Alguns amigos meus que são gays, já levaram surra ou foram torturados por menores. Colo abaixo uma mensagem que encontrei aqui mesmo e digo que apoio esta idéia. Do jeito que esta não dá mais para viver no Brasil. Aliás não estamos vivendo. VAMOS FAZER PRESSÃO ? O POVO NÃO PODE VIVER MAIS NA INSEGURANÇA E FALTA DE JUSTIÇA ? DEMOCRÁCIA QUE PRENDE O CIDADÃO E LIBERTA ASSASSINOS EM POTENCIAL . Pode até ser legal, mas é imoral - com 16 anos o brasileiro pode votar, trabalhar e dirigir, mas não pode pagar por um crime. A inimputabilidade do menor de 18 anos é uma cláusula pétrea, apesar de não estar elencada no art. 5º da Constituição Federal. De acordo com o art. 228, da citada Constituição, são penalmente inimputáveis os menores de 18 anos, sujeitos às normas da legislação especial. O inciso IV, do § 3º, do art. 60, da Constituição Federal, reza, por seu turno, que não será objeto de deliberação a proposta de emenda tendente a abolir os direitos e garantias individuais. Portanto, é juridicamente impossível a redução da maioridade penal através de emenda constitucional. A nossa guerra esta piorando e ninguém faz absolutamente nada, ou por falta de vontade ou por impedimento de lei. Morrem quatro vezes mais brasileiros assassinados aqui, do que na guerra do Iraque. O Ministério Público, TSJ, STF e outros mais sei lá, poderiam forçar o governo a decretar o Estado de Guerra ou Estado de Defesa, baseado no Art.136 da Constituição Federal, V, Capítulo 1 Seção 1. Mas as nossas autoridades e a nossa mídia, vão continuar cegos para o assunto. Estão naquela, fazendo tudo PARA INGLES VER. Isso é antigo, só que a coisa esta piorando a cada dia. Muita gente ainda não acordou que estamos chegando ao limite. Estamos falando de verdadeiros exércitos armados com FAP, UZI, AR-15, 762, AK-47, bazucas, granadas e outras coisinhas. Estamos pior que a Colômbia, pois a nossa guerrilha esta infiltrada nas cidades. Aqui no Rio de Janeiro a coisa esta fora de controle. Nas praias de Grumari, Recreio e Barra, e comum ver pessoas cheirando pó e fumando maconha, transitando normalmente pela praia. Após as 17horas a coisa fica pior. Tem também uns manes que vão pescar e ao invés de escolher um local com placa de proibido o banho, não, eles ficam em áreas de banhistas, colocando em risco adultos e crianças que podem se ferir com as linhas e iscas de pescas que eles jogam na praia. Isto sem falar das pipas com linhas de cerol, bolas, musicas de funk fazendo apologia ao tráfico, sexo na praia, etc. Muitos jovens estão realmente perdidos. A PM tem um programa para recuperação de drogados, mas só usa para menores da Zona Sul. A população esta com medo e esta partindo para as milícias, um absurdo, mas já que ninguém faz nada... Os menores, chamados de "dimenor", logo que entram no tráfico ficam marrentos, acham que torturando pessoas vão crescer na hierarquia do crime, daí procuram logo torturar ou matar alguém. Estes revoltados, muitos deles tem cura, outros já estão dominados pelo mau. O pastor Marcos Pereira, da Assembléia de Deus dos Últimos Dias, no Jardim Édem, sabe muito bem o que acontece nos presídios e nas favelas ou comunidades. Ele, a parte a doutrina da igreja, etc., faz um lindo trabalho de recuperação de drogados, alcoólatras e ex-presidiários. Acho que ninguém ama mais que o nosso Deus e não conseguiremos e nem podemos ultrapassar o amor de Deus sob pena de pecarmos. Por esta razão é que acho que justiça tem que ser feita sim. Se dizer arrependido somente não basta, tem que pagar pelo que fez. Muita coisa tem que mudar neste país, e se nada for feito estamos caminhando para o caos, pessoas vão querer fazer justiça com as próprias mãos, coisa que já acontece devido a impunidade, a falta de respeito para com o trabalhador e com o pobre. Muitas autoridades como promotores e juízes, não querem nem saber do povo, mas é do imposto deste povo sofrido que eles recebem os mais de R$18 mil de salários, com direito a mais de 30 dias de férias, com 14 salário, gratificações diversas que variam em torno de mais de 9mil, etc. Não é de hoje que o povo reclama que ao recorrer a justiça, gasta tempo, dinheiro e depois de longa demora, nem pode falar na audiência ou é tratado com descaso e falta de educação. AVISO, estamos caminhando para um caminho perigoso, o povo esta chegando a conclusão que o CONGRESSO NÃO SERVE PARA NADA, que DEMOCRACIA FALA DE LIBERDADE mas SOMOS PRISIONEIROS EM NOSSAS CASAS, não vivemos a tal liberdade democrática. Afinal, de que liberdade estamos falando? Eu nasci num lar católico, mas a igreja católica mente e detém um patrimônio enorme, tendo cometido muitos crimes no passado, apesar de ajudar muito em inúmeras causas populares. Muitas pessoas, por ser difundida popularmente a bíblia, que foi traduzida pelo padre João Ferreira de Almeida, bíblia esta também usada pela igreja evangélica, se converteram e assim entenderam como eu que o catolicismo, assim como outras religiões que falam de Cristo, não seguem realmente os mandamentos de Cristo. Mas hoje, muitas igrejas também fazem como a igreja católica, vivem ajuntando riquezas e imóveis. Usam a mídia e apesar de pregarem humildade, insistem em viajar de primeira classe e desfilar com carros de luxo. Ignoram a igreja de Atos dos Apóstolos. Ontem (26/02/2007), um irmão pediu ajuda num programa de rádio, dizia estar com o lar destruído e cheio de dívidas. Igreja não foi feita para ficar pagando dívidas das pessoas não, mas bem que poderiam ajudar ou pelo menos ver o tamanho da dívida. Afinal, tudo vai ficar aqui mesmo. Existe uma corrida para construção de templos cada vez mais bonitos, tudo bem, mas quanto as pessoas que ali vão sentar? Em Atos dos Apóstolos vemos uma igreja sólida, unida, em que tudo era comum entre os irmãos, leia. Nosso país esta faltando o AMOR. NÃO VEJO PADRES, PASTORES, OU SEJA LÁ QUAL FOR O LÍDER RELIGIOSO OU MESMO LÍDER DE SEITAS, FALAREM DO PROBLEMA DA NOSSA GUERRA. Tem que falar de nossos problemas, parece que esta todo mundo colocando um óculos cor de rosa e assim vendo tudo maravilhoso. Falam do pastor Marcos, mas pelo menos ele e sua equipe estão se dedicando a salvar vidas, utilizando o tempo no serviço de Deus. Enquanto no Natal, Carnaval, Páscoa ou outras festas, inúmeros pastores, padres, bispos, e outros líderes não cristãos estavam passeando ou viajando em seus luxuosos iates, o pastor Marcos estava com a igreja, junto aos irmãos. Não sei se ele é o que diz ou o que dizem, mas pelas ações, até o momento, pois o homem é fraco e falho e pode cair mesmo que seja um homem de Deus, ele tem dado fruto de cristão. Muitos começam com fé e acabam sufocados pela vaidade, riquezas e se afastam da humildade passando a achar que são o tal, daí... Apelo que todos comecem uma campanha em massa para mudar esta droga, droga de país. Enquanto estamos discutindo um menor esta sendo morto em uma favela. Eles levam tapa na cara quando seguram a arma de jeito errado, são viciados, humilhados, revoltados e muitos não tem família para se apoiar. Outros fazem pior, tem família boa, tem grana, moram bem e também entraram no vício e estão cometendo crimes horríveis. Afinal o Brasil é o segundo do mundo no consumo de cocaína. TEM QUE MUDAR, NEM QUE SEJA NA MARRA. VAMOS USAR A LEI, NÃO TEMOS MAIS SEGURANÇA. Art. 136 - O Presidente da República pode, ouvidos o Conselho da República e o Conselho de Defesa Nacional, DECRETAR ESTADO DE DEFESA para preservar ou prontamente restabelecer em locais restritos e determinados, a ORDEM PÚBLICA ou a paz social ameaçadas por grave e iminente instabilidade institucional ou atingidas por calamidades de grandes proporções na natureza. Ainda podemos fazer pior, decretar estado de sítio, até chegar-mos ao estado de guerra, que é o ideal. Mas os políticos querem continuar mamando, até quando o povo vai agüentar, sem emprego, sem segurança, sem educação, sem saúde e sem justiça? Pensem e acordem. Estamos no Brasil. publicado no midiaindependente.org.com O problema não é os gays A econômia, a tecnologia alicerçou nos insumos não renováveis, temos 6 bilhões de pessoas, não temos tecnologia para todos, apenas o sistema possui condições de sustentar 1 bilhão de seres, sobram 5 bilhões. Qual a solução para os países do terceiro mundo, tradicionalmente colônia de alguma potência? Discutir nas diversas áreas especializadas do sistema é fácil, até para manter uma ínfimo classe dominante consciente que não tem para todo mundo. As diversas políticas nos países, ficam voltadas para vender esperança e algumas realizações conta gota, praticando o contrôle das massas, como sair desse gargalo, neste mundo conteporâneo do processo civilizatório? As instituições avançaram até o conceito de estado e suas instituições clássicas, e não vemos criação nova após esse modêlo com suas complexidades envolvida, como renovar! Os sere humanos, sempre com suas mentes a alcançarem poucas compreensões, como ensinar as massas a realidade crítica e acadêmica dos setores envolvidos organizativos, nas diversas variantes dos fenômenos que os envolvem? As complexidades comportamentais dos gays ou não gays, nada podem fazer, pois são seres do mesmo gênero Homo, as práticas das experiências sociologicas estam as provas contudentes, como resolver? Após a peste negra na europa, a população experimentou uma fase de prosperidade, depois os genêro HOMO, voltou a praticar a exploração do homem pelo homem, temos outros exemplos históricos, comprovaremos que o problema somos todos nós, consciente ou não! A inquisição tão discutida, talvez depende da ótica de cada um, foi um mal necessário, num mundo de muita promiscuidade numa área tão conturbada como a europa da idade média. Entretanto foi a saída tortuosa que equilibrou o sadismo em todas as partes, inclusive na própia instituição da igreja. Hoje nos grandes centros, não temos nenhum ícone, sígnos a direcionar valores de contrôle entre o bem, mal e/ou mau, como resolver? Radializar, democracia, o que fazer? Ninguém quer perder seus espaços, o egoísmo, hipocrisia, canalice, corvadia, fazem parte do perfil humano que alguns conseguem controlar, como alcançar a todos e realizar o desenvolvimento do bem? A espécie humana veio cumprir uma missão que jamais, nenhum ser dessa espécie, por mais culto que seja, decifraria o código do universo para explicar a nossa missão. Apenas percebemos a destruição que provocamos e as tentaivas hipócritas através das centenas das instituições, em resolver os chamados problemas, como exemplo dentre milhares de outros tantos, vide o caso dos gays. Solução seria, mais uma vez, o radicalismo ou não, com seis bilhões numa tendência crescente, como resolver o enredo? ... "O que será que esse cara fez para apanhar assim? Será que é só porque é viado? Muito mal contada essa história." Eu repito, será? Mas me refiro à possibilidade de história mal contada. Como se não bastasse violência, ainda há de se suportar negação. Um belo passo a favor da indiferença, como se essa caminhada já não estivesse se prolongando demais... E à quem se incomoda com toda essa atenção à violência homofóbica, uma nota: Dar o devido espaço à essa específica vertente de crimes não tira nem miniminiza a atenção dada à qualquer outro tipo de violência. Sim, violência é violência, não importa a quem envolva. Mas suas origens são variadas e cada uma se enfrenta de um jeito. BASTA Prezados, Minhas solidariedade a todos os gays que sofrem não só agressão física, como qualquer tipo de humilhação. Contem com a minha assinatura e/ou participaçao em qualquer movimento que leve à elaboração de leis que punam a homofobia. Rosa Lúcia é se ele fez merda tem que baixar porrada mesmo independente de ser gay ou não Enquanto isso... No Jornal da Record de 05/03/2007, saiu matéria mostrando assaltos e agressões a gays na rua Vieira de Carvalho praticados à noite por bandos de marginais que, embora desarmados, agem com violência extrema (e com a cumplicidade do porteiro de um prédio daquela rua). "Quanto aos GLBT partirem para o enfrentamento físico com bandidos e neonazistas, podemos discutir mais, mas não acredito que seja seguro ou justo, já que nos são cobrados impostos para garantir entre outras coisas a segurança." Com todo o respeito, mas essa é uma posição covarde. Realmente, vê-se como a segurança de vocês está garantida! A solução é os GLBT tomarem à frente: sugiro formar um grupo grande (no mínimo 20), encapuzados e armados com pedaços de pau, barras de ferro e tacos de beisebol, pegar esses vagabundos no flagra e dar-lhes uma surra exemplar com a promessa solene de que, se voltarem, serão eliminados sem mais delongas. Seria um ato de autodefesa justo e correto. Façam isso e verão como a violência homofóbica acabará! A alternativa é continuarem apanhando e fazendo denúncias que caem no vazio, até o dia em que um de vocês será morto. Pretendem deixar chegar a esse ponto? Reaja. acho q gls nao precisa ser arregão.
acho que tem que lutar pelos seus direitos, sendo com sangue, sendo com palavras... sou homosexual.... sou uma pessoa como qualquer outra, respeito a todos, aliás, trato todos com o respeito que eu queria pra mim.... mas se me sinto ofendido, vou e faço o que for, pra sair de cabeça erguida, nem que seja me manifestar pacificamente ou não. quero que todos sejam iguais... quero meus direitos tambem, mas se não acontece conversando, acontece na porrada, na bala, seja lá o q for. Acho que o homosexual esta muito reprimido devido a todas as injustiças q passam na vida... e não precisamos ser assim (Y) temos q ficar de cabeça erguida....e lutar... pois lutando por nosso direitos, só temos a ganhar.
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