As autoridades da Polícia Judicial não permitiram o contato dos/a detidos/a com o seu advogado, o que constitui uma situação de incomunicabilidade, por isso a INREDH denunciará a corregedoria da Polícia Judicial esta irregularidade para que se possa impor sanções aos policiais responsáveis.

Estes fatos configuram uma prisão que ocorreu por motivos políticos. As atividades de comunicação dos detidos eram de crítica constante ao sistema constituído e de denúncia aos abusos do poder aos direitos das pessoas. Os bens apreendidos nos seus domicílios foram computadores, documentos de trabalho e cartazes relevantes a sua tendência política.

Esta prisão arbitrária esta sendo denunciada perante a organizações internacionais como a Anistia Internacional, a Federação Internacional de Direitos Humanos, a Organização Mundial Contra a Tortura e a Comissão Interamericana de Direitos Humanos.

Exigimos o direito a comunicação com os/a detidos/a, que se mostrem as causas de suas detenções, que sejam responsabilizados o Agente Fiscal e os oficiais da Polícia Judicial pelas violações aos direitos humanos dos/a detidos/a e que caso as suspeitas legais levantadas não sejam confirmadas, que os/a libertem imediatamente.

Pedimos a opinião pública que se mantenha atenta a esses fatos que configuram um ataque a liberdade de expressão deste país.

Mais informações: Comunicação INREDH

Amanda Trujillo: 2526365 / 088994039

Ana Cristina Vera: 096200423

DDI Equador: 593

DDD Quito: 2