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| | Editoriais Antigos | MORADIA | Nov 04 | | Manifestação de repúdio ao deslocamento forçado de comunidades tradicionais pelo Exército Nós, entidades atuantes na região do Baixo Rio Negro (municípios de Manaus, Novo Airão, Barcelos e Iranduba), demonstramos, através desta, nosso repúdio à possibilidade de deslocamento forçado de cerca de 800 famílias que vivem no entorno de Manaus para a região do Rio Cuieiras, no Baixo Rio Negro, com base em informações circuladas em jornal local e relatos de atores sociais envolvidos nesse conflito eminente. A incorporação destas famílias trará graves impactos sociais e ambientais para uma região onde as famílias residentes já têm grande dificuldade de sobrevivência, devido à disputa pelos recursos naturais e entraves fundiários. Dentre os prováveis impactos citamos os conflitos sociais e territoriais gerados pela mudança de local de residência das famílias deslocadas; pela mudança de hábitos sociais e culturais das famílias residentes; pelo aumento na demanda de uso dos recursos naturais, causando maior pressão sobre a floresta e sobre os solos já empobrecidos, diminuição dos estoques pesqueiros, dentre outros. materia completa complemente essa matéria | | MORADIA | Nov 04 | | Uma semana após despejo, famílias do Alto Alegre continuam na rua As 980 famílias dos movimentos de Moradia Terra de Nossa Gente (MMTNG) e Movimento Sem-Teto pela Reforma Urbana (MSTRU), ligados à Frente de Luta por Moradia (FLM), despejadas dia 21/10 da ocupação Alto Alegre, Zona Leste da Capital, continuam a resistência acampadas na rua Bento Guelfi, em frente ao CEU (Centro Educacional Unificado) Alto Alegre, sob forte pressão policial. O acampamento, debaixo de uma rede elétrica de alta tensão, é formado por barracos de lona, sem sanitários e cercado por lama. Comida e água potável são escassas. As famílias usam água, inclusive para beber, de uma bica contaminada próxima ao local. Apesar da situação, de acordo com uma das coordenadoras do acampamento, Maria do Planalto, a resistência das famílias supera a situação calamitosa em que estão submetidas. ?Nestes quase sete meses de ocupação ganhamos força. Mesmo na rua não vamos desistir?. Maria do Planalto afirma que a coordenação da ocupação trabalhou no sentido de abrir frentes de conversação envolvendo a prefeitura, o Estado e o governo Federal, inclusive com reuniões conjuntas entre representantes dos três níveis de governo. ?Havia este diálogo e tínhamos a garantia do governo do Estado de que a reintegração não aconteceria até que uma solução fosse encontrada. Mas as famílias foram surpreendidas de madrugada com a tropa e choque?. Complementa: ?Não tivemos nenhuma garantia legal nas conversas, apenas palavras. Não há outra interpretação, fomos enganados pelo poder público?. As famílias que ocuparam o terreno, dia 13 de abril deste ano, vêm de situação de rua, de despejos de áreas de manancial ou de ocupações não regularizadas e de despejos por falta de condições de pagar aluguel. A família de Reginalda Santana Modesto, 37 anos, mãe de quatro filhos, passou por três despejos com as crianças por não conseguir pagar aluguel. ?Só quem já passou por isso sabe a humilhação que é ter de pagar aluguel, mas não ter o dinheiro no final do mês para arcar com a despesa?. Matéria Completa complemente essa matéria | | Criminalização | Out 30 | | Sede da FAG é invadida pela Polícia Civil Toda a solidariedade para com a FAG (Federação Anarquista Gaúcha). Antes a repressão foi contra o sem terra Eltom, hoje é na sede da FAG, amanhã quem será? No dia 29 de outubro ocorreu a partir das 16 hs A Polícia Civil do Rio Grande do Sul sob o comando da governadora Yeda Crusius promoveu diligência na sede da Federação Anarquista Gaúcha (FAG) com mandato de busca e apreensão. O mandado de segurança do governo busca apreender material de propaganda política contra o governo acusado de corrupção. Os cartazes abordam o empréstimo junto ao Banco Mundial e o assassinato do sem-terra Eltom Brum. Dois membros da FAG foram intimados e prestararam depoimento na 17a DP. Foram apreendidos, além de material impressso, chapas de cartazes, uma CPU de computador, backup dos arquivos e até resíduos que estavam nas lixeiras foram levados. Este ato é pura provocação do Executivo gaúcho, atravessado por atos de corrupção e situações até hoje sem explicação, como a morte de Marcelo Cavalcante em fevereiro desse ano. Conclamamos todas e todos para reagirmos de forma unificada contra mais esse desmando. Site da FAG LEIA MAIS: Sede de organização anarquista no Sul do Brasil é invadida pela polícia | Nota de repúdio a mais uma ação da gov. Yeda contra os lutadores populares complemente essa matéria | | VIOLÊNCIA | Out 30 | | Convocação para "resposta ao crime" libera polícia do Rio para execuções e torturas No último dia 21/10, pela manhã, o comandante do 1o Comando de Policiamento de Área (CPA), Marcus Jardim, visitou o 16o BPM (Olaria) e exortou a tropa reunida a partir para operações em favelas com as palavras: "É botar a mão no fuzil e cair pra dentro. A sociedade quer respostas". Jardim referia-se às operações desencadeadas desde o último dia 17/10, em "resposta" à derrubada de um helicóptero da Polícia Militar (com a morte de três policiais), quando participava de ação policial que se seguiu a um confronto entre bandos rivais de traficantes no Morro dos Macacos, em Vila Isabel. Dois dias antes, o então encarregado pelas Relações Públicas da PM, major Oderlei Santos (que seria exonerado no dia 23/10 devido a declarações sobre os policiais que no mínimo facilitaram a fuga dos responsáveis pelo assassinato de Evandro João da Silva, coordenador do AfroReggae, no dia 18/10), comunicou à imprensa que a corporação havia "trocado o policiamento preventivo pelo repressivo, com o objetivo de caçar e prender bandidos envolvidos indireta ou diretamente no episódio (de 17/10)", e que não havia prazo para o término das ações repressivas. Menos de duas horas depois do discurso de Jardim, uma grande quantidade de policiais do 16o BPM desencadeou uma operação na Vila Cruzeiro, na Penha, gerando um intenso tiroteio e pânico entre os moradores. A situação tem se repetido na região desde então. Como aconteceu na comunidade por vários meses em 2007, as aulas nas escolas foram prejudicadas, pais e crianças têm que ir até elas com o risco de serem pegos em fogo cruzado. Uma das vítimas do tiroteio (que já somam mais de 10 em menos de uma semana), ainda no dia 21/10, foi o jovem José Carlos Guimarães da Costa Jr., de 18 anos, baleado vestindo uniforme do Colégio Estadual Gomes Freire de Andrade, em frente à Escola Municipal Leonor Coelho Pereira, onde cursara o ensino fundamental, quando dobrava o beco que levaria à sua casa. José Carlos vinha da Biblioteca Popular da Penha Álvaro Moreyra, onde alugara um manual de redação. Foi levado ao hospital por suas ex-professoras. LEIA MAIS: complemente essa matéria | | AS LARANJAS E AS PESSOAS | Out 30 | | Contra a violência do agronegócio e a criminalização das lutas sociais complemente essa matéria | | Questão Indígena | Out 27 | | Carta aberta do Santuário Sagrado dos Pajés sobre os tratores que começaram a sua destruição complemente essa matéria | | RORAIMA | Out 26 | | "Não acreditamos que o professor Chrystian Paiva tenha cometido suicídio" complemente essa matéria | | 5º DIA NACIONAL DE LUTA PELO PASSE LIVRE | Out 26 | | Militantes do MPL protestam contra aumento nas tarifas e pela tarifa zero dentro da Secretaria de Transportes Militantes do Movimento Passe Livre (MPL) de São Paulo se acorrentaram dentro da Secretaria de Transportes na manhã desta segunda-feira. Os militantes do MPL tinham como objetivo repudiar o aumento nas tarifas de ônibus que está sendo anunciado para janeiro de 2010, além de defender a municipalização do Transporte, a criação de um Fundo de Transporte Coletivo e a tarifa zero para todas as pessoas e para questionar o privilégio do poder público ao automóvel, como a construção da Nova Marginal. Em resposta ao protesto, representantes do secretário Alexandre de Moraes garantiram aos manifestantes que a prefeitura publicaria uma resposta às reivindicações do MPL num prazo de dez dias. O MPL já está convocando uma reunião para organizar a resistência ao aumento nas tarifas, para o dia 7 de novembro no espaço Ay Carmela. Em nota pública, o MPL afirma que "enquanto não houver uma mudança radical no sistema de transporte, vão continuar acontecendo aumentos todos os anos. Quando aumenta a tarifa, aumenta também a exclusão social". O ato marcou o Dia Nacional de Luta do MPL, 26 de outubro, em referência à grande manifestação que resultou em aprovação da Lei do Passe Livre neste dia, em Florianópolis, no ano de 2004. nota de divulgação do MPL | entrevista em áudio | fotos do ato veja a cobertura do CMI para os dias nacionais de luta pelo passe livre nos anos anteriores, com atos em diversas cidades brasileiras: 26 de outubro em 2005 26 de outubro em 2006 26 de outubro em 2007 26 de outubro em 2008 site do MPL São Paulo | site TarifaZero.org complemente essa matéria | | SÃO PAULO | Out 20 | | Construção coletiva de um Plano Municipal de Transportes complemente essa matéria | | GOLPE EM HONDURAS | Out 18 | | Assembléia Constituinte não é incluída no acordo sobre a restituição de Zelaya Atualização, 19 de outubro:: A repressão continua e o diálogo congela No último dia 15 de outubro, se chegou ao fim o prazo dado pelo presidente legítimo de Honduras Manuel Zelaya para a mesa de diálogo entre representantes de Micheletti e de Zelaya. Entretanto ainda não há um acordo final de todos os pontos propostos pelo conhecido "Acordo de San José" baseado nas negociações na Costa Rica no início do golpe. O ponto que ainda não chegou num acordo é o sexto que fala justamente sobre o retorno de Zelaya ao poder. Micheletti ainda não aceitou a proposta e mesmo com prazo vencido o diálogo continua. O que está na mesa é a proposta de Zelaya que o Parlamento decida sobre sua restituição. Dias antes, Juan Barahona, representante na mesa de diálogo da Frente Nacional de Resistência contra o Golpe de Estado, se retirou da mesa pois não aceitaria um acordo que não contemplasse a eleição de uma Assembléia Constituinte. Para a Frente, este ponto também é inegociável. No dia 16 de Outubro a Frente lançou um comunicado que diz: "Nenhum diálogo pode ser feito se uma parte esta amordaçada com uma pistola na cabeça. Neste caso, o regime de facto procura o diálogo quando: a) Não publicaram no Diário Oficial a revogação do estado de sítio, de modo que este permanece em vigor; b) continuam sendo mortos companheiros e companheiras por contratados a serviço do golpe; c) estão processando dezenas de companheiros campesinos despejados do INA e muitos deles estão presos; d) dezoito companheiros/as indígenas perseguidos pela ditadura tiveram que buscar asilo por suas vidas na Embaixada da Guatemala; e) permanecem fechadas as estações de televisão e rádio opostas ao golpismo e jornalistas independentes seguem sendo perseguidos e, f) continua o cerco militar e o esolamento sobre o presidente Zelaya e as pessoas que o acompanham dentro da embaixada do Brasil, de tal forma que permitaram o contato com seus representantes e com a Frente por apenas três horas antes de iniciar o diálogo. Enquanto essas condições continuarem, a Frente Nacional de Resistência contra o Golpe de Estado não poderá participar com seus representantes neste mal chamado 'diálogo'." Leia o texto na íntegra Editoriais Anteriores:: Honduras - O Eterno Retorno até quando?! (30/06)| Honduras - o eterno retorno até quando? (05/07) | Golpe em Honduras, até quando? (18/07) | Nome aos gorilas! (05/08) | 70 dias de resistência popular contra o Golpe em Honduras (05/09) | Zelaya retorna à Honduras e se refugia na embaixada brasileira (22/09) | Governo golpista intensifica repressão! (29/09) | Ditadura em Honduras: dezenas de mortos e mais de 4000 presos/as (02/10) | A resistência continua e a ditadura se enfraquece! (06/10) | Bombas de gás para iniciar o diálogo Mais Informações (em espanhol):: CMI Honduras | TeleSur | Rebelion.org | Via Campesina | NarcoNews (Inglês) complemente essa matéria | | TRANSPORTE COLETIVO | Out 14 | | Ação Direta na Supervia e a Precariedade do Transporte Coletivo no Rio de Janeiro O longo histórico de desrespeito e abuso praticado pela empresa Supervia ganhou uma resposta concreta e direta da população no dia 07 do mês de outubro. Indignados com o freqüente mau funcionamento e atraso dos trens, os trabalhadores e trabalhadoras que dependem do ramal Japeri-Central apedrejaram a bilheteria da estação de Nilópolis e colocaram fogo em dois vagões de trem da empresa. Também foram registrados comportamentos semelhantes na estação Deodoro e Engenho de Dentro. Desrespeitados pela Supervia cotidianamente, no último dia 07 as pessoas foram obrigadas a caminhar pelos trilhos do trem, colocando suas vidas em risco, e para piorar a situação, a empresa não ressarciu o dinheiro das passagens, provocando a indignação da grande maioria dos usuários que não possuíam recursos para tomar outra condução. A Tropa de Choque da Supervia, ou melhor, da Polícia Militar, foi chamada para conter a indignação popular. Um dia depois deste incidente, enormes paralisações de trens novamente prejudicaram milhares de trabalhadores e expuseram a precariedade do serviço de transporte do Rio de Janeiro. Na Central do Brasil, maior estação de trem do Rio de Janeiro, após intenso protesto popular, a polícia usou gás lacrimogênio e feriu mais de 20 pessoas, inclusive idosos. Após as manifestações radicalizadas da população, o governador Sérgio Cabral chamou os trabalhadores de "vândalos" [1] e "vagabundos"; o governador talvez ignora que estes mesmos "vagabundos" tomavam o trem justamente para retornarem ou cumprirem suas extenuantes e longas jornadas de trabalho, muito distintas das mordomias que gozam os parlamentares. Leia o texto na íntegra Outros episódios de desrespeito da empresa Supervia complemente essa matéria | | GOLPE EM HONDURAS | Out 10 | | Bombas de gás para iniciar o diálogo Centenas de policiais e militares dispersaram no dia 7 de outubro com cassetetes e com bombas de gás lacrimogêneo o protesto pacífico da Resistência que tem se concentrado 102 dias consecutivos para exigir a restituição de Manuel Zelaya e a convocatória de uma Assembléia Constituinte. A repressão começou quando a Frente de Resistência contra o Golpe de Estado tinha apenas caminhado 30 metros depois de duas horas de concentração em frente da Embaixada dos EUA. A resistência se dirigia para a embaixada da Guatemala onde se abrigam desde o dia anterior 12 membros do Conselho de Organizações Populares e Indígenas de Honduras (COPINH) depois de serem ameaçados de morte pelo governo golpista. O Exército e a polícia apontaram as bombas para o cortpo dos manifestantes causando lesões a vários companheiros da Frente, e inclusive a um jornalista uruguaio. A violência policial começou minutos depois da inauguração da Mesa de Diálogo impulsionada pela OEA. O encarregado da abertura, o Chanceler do governo golpista, Carlos López Contreras, declarou que o país já tinha voltado ao normal e que não havia mais repressão. A reunião da OEA tem o propósito de impulsionar um processo de diálogo entre os diferentes atores da sociedade hondurenha e por isso participam mesa: os embaixadores da OEA, agentes do governo golpista, dois acessores do presidente Manuel Zelaya e o coordenador da Frente de Resistência Contra o Golpe de Estado, Juan Barahona. A resistência decidiu participar da mesa para fazer escutar sua voz embora considere que não é possível acontecer nenhum processo de diálogo enquanto continue a repressão, a cidade continue militarizada e os presos políticos não sejam libertados. Barahona e a OEA exigiram a assinatura dos acordos de San José que têm como primeiro ponto a restituição de Zelaya. Além disso, para a OEA se trata de um passo fundamental para que a comunidade internacional reconheça as próximas eleições. Para a Frente, se considera imprescindível que Zelaya volte ao poder, pois do contrário se estabeleceriam os golpes de estado como maneira de parar os processos sociais na América Latina, e acrescentou que embora se assinem os acordos, a resistência "nunca abrirá mão da Assembléia Constituinte". Do outro lado, o presidente golpista Roberto Micheletti assegurou que não aceitará a restituição de Zelaya, e assegurou que as eleições marcadas no dia 29 de novembro aconteceram a não ser que "invadam" Honduras. Enquanto isso, nas colônias populares centenas de pessoas saíram às ruas ao anoitecer para expressar seu apoio ao presidente Zelaya. Mais repressão e novas leis para apagar vozes críticas Editoriais Anteriores:: Honduras - O Eterno Retorno até quando?! (30/06)| Honduras - o eterno retorno até quando? (05/07) | Golpe em Honduras, até quando? (18/07) | Nome aos gorilas! (05/08) | 70 dias de resistência popular contra o Golpe em Honduras (05/09) | Zelaya retorna à Honduras e se refugia na embaixada brasileira (22/09) | Governo golpista intensifica repressão! (29/09) | Ditadura em Honduras: dezenas de mortos e mais de 4000 presos/as (02/10) | A resistência continua e a ditadura se enfraquece! (06/10) Mais Informações (em espanhol):: CMI Honduras | TeleSur | Rebelion.org | Via Campesina | NarcoNews (Inglês) complemente essa matéria | | rizoma de rádios livres | Out 09 | | Encontro de Rádios Livres 2009 Acontece nesse feriado, de 09 a 13 de outubro, o Encontro Intergaláctico de Rádios Livres, em Campinas-SP, na Rádio Muda. Desde 2003 inúmeras rádios livres vêm se encontrando para compartilhar e articular experiências: Qual o objetivo? Fomentar o rizoma de rádios livres, fomentar práticas libertárias e difundi-las mundo afora. Os encontros são espaço para fortalecimento dos laços de solidariedade e aliança entre as rádios, que, dentre a diversidade de formas de se organizar e de objetivos, podem se relacionar a partir de uma unidade. É a unidade na diversidade. O Brasil já viveu uma onda de rádios comunitárias quando então veio a lei de rádios comunitárias em 1996. Esta, longe de facilitar o surgimento e desenvolvimento de rádios locais, organizadas pela comunidade, em oposição às grandes (ou pequenas) rádios comerciais, e ao invés de consolidar o acesso popular à comunicação, criou os dispositivos legais para restringi-lo ainda mais. A fila de rádios comunitárias que aguardam suas solicitações serem aprovadas hoje é imensa e dura anos. O número de rádios fechadas violentamente pelo polícia só vêm aumentando. Continuação Acesse a programação no wiki: Encontro Radios Livres Rádio Muda complemente essa matéria | | . | Out 07 | | . Quase 40 anos depois e o peso do real no simbólico: Uma caixa, leitor, uma Caixa. Eu estava longe, mas via, como de perto, algo que se movia... Eu imaginava o quão quente era ali, depois de anos em terra úmida. E, de repente, o real pesou: as Ossadas de uma pessoa. Não queria ver, apesar de imaginar, o que estava ali na minha frente...Como será que estavam esses ossos nessa caixa? Ossos, que de tão fechados, mostravam um corpo cearense bem aberto..bem aberto como nossas veias, nossos olhos, nossas memórias. Sim! Eu me lembro! Mesmo aos meus 25 anos que há 40 anos pessoas cairam por um 'crime'...Eu me lembro e ainda escuto velhos carrancudos e bofejantes dizerem que 'eles mereciam'; 'era uma guerra'; 'bando de...' Sim...Como não lembrar disso? Como olhar pra aquela caixa e não escutar um barulho vazio e ensurdecedor? Esse peso, essa caixa. Então, eu estava perto, mas via como de longe, algo que se distanciava: Algo que fazia e faz, em um inquietante silêncio como daquela caixa, homens silenciarem em seus cargos públicos e em seus cômodos lares... Algo que sempre fez esses homens se esquivarem ao serem apontados: TORTURADORES! A distância leva isso... Um peso que ainda sangra e cheira a corpo de gente vindo da terra...Um peso tão forte - que sempre retorna - chamado: Justiça e Memória! Dedicado a Bergson Gurjão e a todos/as caídos na Ditadura Militar. Fotos complemente essa matéria | | GOLPE EM HONDURAS | Out 06 | | A resistência continua e a ditadura se enfraquece! A resistência contra o golpe militar em Honduras continua, apesar da ainda maior repressão dos últimos dias. (veja fotos: I II III). Trinta e oito camponeses que foram presos na sede do INA (Instituto Nacional Agrário de Honduras) na semana passada, iniciaram uma greve de fome para serem reconhecidos como presos políticos e como forma de resistir à ditadura de Micheletti. Atividades culturais e assembléias seguem como forma de resistência já que sair às ruas tem sido quase impossível depois do estado de sítio decretado no dia 26 de setembro. Entretanto, depois de 10 dias, na última segunda feira 5 de outubro, o governo golpista teve de ceder e suspendeu o estado de sítio, mas deixou como saldo duas emissoras de rádio com equipamentos roubados, dezenas ou centenas de presos políticos a mais, documentos sobre reforma agrária roubados, e mais gente assassinada - nada disso "volta ao normal" mesmo com o fim do estado de sítio. Enquanto isso a resistência popular permanece firme, mesmo com perdas irreparáveis. A Frente Nacional contra o Golpe de Estado decidiu que irá manter três ações para os próximos dias: 1. Independente de Zelaya, a Frente levará adiante o processo para a Assembléia Constituinte, promovendo debates, eventos educativos e mobilização para construir a nova constituição; 2. Irá boicotar as empresas que estão apoiando o Golpe; 3. Continuará com as ações de limpeza das propagandas eleitorais espalhadas pelas cidades já que a resistência é contra ter as eleições com uma ditadura no país (mesma posição da comunidade internacional que já avisou que não irá reconhecer as eleições se forem feitas desta forma). A classe política negocia uma saída para a questão do poder. Micheletti, além de suspender o estado de sítio, está aceitando negociar com a OEA, levando em conta a restituição de Zelaya, que faz parte do acordo proposto pelo presidente da Costa Rica, Oscar Arias, o famoso 'Acordo de San Jose'. O presidente golpista retirou o prazo dado para o Brasil entregar Zelaya, que permanece abrigado na embaixada, e disse que vai punir quem tirou Zelaya do país, numa clara contradição do governo golpista, tentando manobrar para que saia impune dos crimes que cometeu. Micheletti e os apoiadores do golpe já estão bastante acuados e divididos diante da pressão popular e internacional. Entretanto, a Frente de Resistência contra o Golpe de Estado lançou um comunicado apontando condições importantes para ter uma diálogo sério e que realmente considere as reinvidicações do povo hondurenho. No comunicado a Frente coloca que sua posição de que se continua a repressão que vem acontecendo desde 28 de Junho, violentando direitos constituicionais e direitos humanos fundamentais, não haverá um ambiente propício para que este diálogo seja válido. A Frente também exige a liberdade imediata para todos/as Presos/as Políticos detidos pela ditadura. E demandam que o diálogo deve ter como resultados: 1. A saída do poder da ditadura militar-civil; 2. A restituição do Presidente Manuel Zelaya ao seu cargo sem condições, de forma imediata e segura; 3. Definição de mecanismos para a convocatória da Assembléia Nacional Constituinte democrática, inclussiva e participativa. Editoriais Anteriores:: Honduras - O Eterno Retorno até quando?! (30/06)| Honduras - o eterno retorno até quando? (05/07) | Golpe em Honduras, até quando? (18/07) | Nome aos gorilas! (05/08) | 70 dias de resistência popular contra o Golpe em Honduras (05/09) | Zelaya retorna à Honduras e se refugia na embaixada brasileira (22/09) | Governo golpista intensifica repressão! (29/09) | Ditadura em Honduras: dezenas de mortos e mais de 4000 presos/as Mais Informações (em espanhol):: CMI Honduras | TeleSur | Rebelion.org | Via Campesina | NarcoNews (Inglês) complemente essa matéria | | CONTRA O GENOCÍDIO DA JUVENTUDE POBRE E NEGRA | Out 02 | | "Mães de Maio" na estréia de "Salve Geral" O grupo "Mães de Maio" é formado por centenas de familiares, amigos e amigas das vítimas dos ataques da polícia durante uma das maiores chacinas da história brasileira, os "Crimes de Maio" de 2006. Durante o mês de maio de 2006, em uma suposta resposta ao que se chamou na imprensa de "ataques do PCC", foram assassinadas no mínimo 493 pessoas, entre mortos e desaparecidos. Sendo que a imensa maioria delas - mais de 400 jovens negros, afro-indígena-descendentes e pobres - executados sumariamente pela polícia militar do Estado de São Paulo. Até hoje não houve justiça em relação aos crimes cometidos em 2006, todos os casos foram arquivados. O filme "Salve Geral", uma produção hollywoodiana sobre os acontecimentos de Maio de 2006, que provavelmente concorrerá ao Oscar no ano que vem, foi produzido sem sequer consultar nenhum parente das vítimas. Com a estréia marcada para hoje, 2 de Outubro, o grupo "Mães de Maio" chama todos e todas para um ato Político-Cultural em frente ao Espaco Unibanco de Cinema em São Paulo. O ato será as 18 horas e a convocação pede para as pessoas levarem velas, tambores, fotos e camisas das vítimas históricas do Estado Brasileiro. A data 2 de Outubro, marca também outra chacina, em 1992 a Casa de Dentenção Carandiru, onde os agentes do estado promoveram a matança conhecida como "Massacre do Carandiru", que deixou pelo menos 111 mortos (número oficial). O Massacre virou filme, livro e outras formas de mercantilização da desgraça do povo brasileiro. Mas até hoje não houve justiça para os familiares das vítimas e os agentes do estado que participaram do massacre continuam sem serem punidos. A lista de casos como este no Brasil é enorme e a maioria continua sem punição, listamos aqui alguns desses casos: a Chacina da Candelária e de Vigário Geral no Rio de Janeiro (1993), o Massacre de Corumbiara em Rondônia (1995), o Massacre de Eldorado dos Carajás (1996), o Massacre da População de Rua na Praça da Sé em São Paulo (2004), a Chacina da Baixada Fluminense (2005), a chacina do Complexo do Alemão (2007) a chacina de Canabrava, de Plataforma e a matança generalizada em Salvador na Bahia (2006-2009). Links: Lista dos mortos por Agentes do Estado e homens encapuzados durante os dias 12-30 de Maio, 2006 | "MÃES DE MAIO" NA ESTRÉIA DE "SALVE GERAL" | Observatório das Violências Policiais-SP | Blog das Mães de Maio complemente essa matéria | | GOLPE EM HONDURAS | Out 02 | | Ditadura em Honduras: dezenas de mortos e mais de 4000 presos/as A repressão em Honduras promovida pelo governo golpista continua intensa contra a população que se manifesta contra o golpe militar do dia 28 de junho, especialmente depois da entrada de Zelaya no país. Na terça-feira, o Instituto Nacional Agrário de Honduras (INA) foi invadido por mais de mil militares e policiais. 70 camponeses/as que foram para a capital manifestar contra o golpe e ocupavam o INA foram presos. Depois das prisões, os militares roubaram diversos documentos de processos de Reforma Agrária que beneficiavam agricultores sem-terra. Estes documentos estavam sob a guarda dos trabalhadores do Instituto e camponeses há 87 dias e, uma semana atrás, dirigentes sindicais alertaram em uma entrevista do perigo de uma intervenção militar e do roubo dos documentos (ouça aqui). Os processo estavam em fase de conclusão quando ocorreu o golpe no dia 28 de Junho. Outro local que sofre ameaça de invasão é a Universidade Pedagógica, onde diversos manifestantes estão hospedados há meses. A polícia mantém o local cercado há dias e agora com o novo decreto que restringe as liberdades constitucionais o perigo de invasão é iminente. A Frente Nacional Contra o Golpe de Estado, entretanto, continua firme na posição de resistir à ditadura de Micheletti e, mesmo com toda repressão, sai às ruas todos os dias em manifestações contra o golpe. No mesmo dia do decreto que elimina os direitos de manifestação, reunião e comunicação e permite a detenção arbitrária de qualquer pessoa, a Frente escreve um comunicado em que chama o digno povo hondurenho a não ter medo das ações ilegais do regime golpista, que tenta paralisar a luta popular e continuar com a exploração e humilhação que eles têm submetido o povo hondurenho. Também reafirma o compromisso na direção de refundar Honduras e se libertar das oligarquias que tem oprimido historicamente o povo hondurenho. Leia Mais: Editoriais Anteriores:: Honduras - O Eterno Retorno até quando?! (30/06)| Honduras - o eterno retorno até quando? (05/07) | Golpe em Honduras, até quando? (18/07) | Nome aos gorilas! (05/08) | 70 dias de resistência popular contra o Golpe em Honduras (05/09) | Zelaya retorna à Honduras e se refugia na embaixada brasileira (22/09) | Governo golpista intensifica repressão! (29/09) Mais Informações (em espanhol):: CMI Honduras | TeleSur | Rebelion.org | Via Campesina | NarcoNews (Inglês) complemente essa matéria | | GOLPE EM HONDURAS | Set 29 | | Governo golpista intensifica repressão! Desde a chegada de Manuel Zelaya a Honduras no dia 21 de setembro, o governo golpista de Roberto Micheleti intensificou a repressão contra manifestantes que tentam resistir ao golpe que começou no dia 28 de junho. A embaixada brasileira, que abriga Zelaya, está sitiada e sendo atacada com bombas de gás, balas de borracha etc. Pelo menos mais duas pessoas morreram nos últimos dias e o número de mortos desde o golpe já soma mais de 100 pessoas. Na primeira semana após o retorno de Zelaya ao país, centenas de milhares de pessoas sairam às ruas na capital ignorando a ordem de estado de sítio dada pelo governo golpista. Também houve manifestações no interior do país. Na manhã da terça-feira (22/09), a embaixada brasileira foi atacada pelo exército e a polícia. Eles dispersaram os manifestantes e cercaram a embaixada, isolando-a. Nesse mesmo dia pelo menos 130 pessoas foram presas. O governo golpista está usando um estádio de futebol para prendê-los. Desde então todos os presos estão sendo encaminhados para lá, um cenário que lembra a ditadura do Chile de Pinochet. A água e a energia foram cortadas na embaixada brasileira. No momento há energia gerada por geradores (levados por simpatizantes) e a entrada de comida é restrita e controloda pelos militares. Foi encontrado um aparelho que bloqueia meios de comunicação (celulares e rádios) implantado dentro da embaixada. Além disso, todos os dias, as 85 pessoas que estão confinadas no local estão sendo expostas a armas sonoras conhecidas como LRAD-X. Elas emitem sons de até 151 decibéis; uma pessoa pode ter perda sonora se for exposta a sons de 85 decibéis para cima. Outro ataque que foi investigado e comprovado pela ONU foi o uso de gases tóxicos contra as pessoas dentro da embaixada. Leia Mais editoriais anteriores:: Honduras - O Eterno Retorno até quando?! (30/06)| Honduras - o eterno retorno até quando? (05/07) | Golpe em Honduras, até quando? (18/07) | Nome aos gorilas! (05/08) | 70 dias de resistência popular contra o Golpe em Honduras (05/09) | Zelaya retorna à Honduras e se refugia na embaixada brasileira (22/09) mais informações (em espanhol):: CMI Honduras | TeleSur | Rebelion.org | Via Campesina | NarcoNews (Inglês) complemente essa matéria | | AMÉRICA LATINA | Set 28 | | Chomsky: "América Latina é hoje o lugar mais estimulante do mundo" A América Latina é hoje o lugar mais estimulante do mundo, diz Noam Chomsky. Há aqui uma resistência real ao império; não existem muitas regiões das quais se possa dizer o mesmo. Entrevistado pelo La Jornada, um dos intelectuais dissidentes mais relevantes de nossos tempos assinala que a esperança e a mudança anunciada por Barack Obama é uma ilusão, já que são as instituições e não os indivíduos que determinam o rumo da política. Em última instância, o que Obama representa, para Chomsky, é um giro da extrema direita rumo ao centro da política tradicional dos Estados Unidos. Presente no México para celebrar os 25 anos de La Jornada, o autor de mais de cem livros, lingüista, crítico antiimperialista, analista do papel desempenhado pelos meios de comunicação na fabricação do consenso, explica como a guerra às drogas iniciou nos EUA como parte de uma ofensiva conservadora contra a revolução cultural e a oposição à invasão do Vietnã. Apresentamos a seguir a íntegra das declarações de Chomsky ao La Jornada: A América Latina é hoje o lugar mais estimulante do mundo. Pela primeira vez em 500 anos há movimentos rumo a uma verdadeira independência e separação do mundo imperial. Países que historicamente estiveram separados estão começando a se integrar. Esta integração é um pré-requisito para a independência. Historicamente, os EUA derrubaram um governo após outro; agora já não podem fazê-lo. O Brasil é um exemplo interessante. No princípio dos anos 60, os programas de (João) Goulart não eram tão diferentes dos de Lula. Naquele caso, o governo de Kennedy organizou um golpe de Estado militar. Assim, o estado de segurança nacional se propagou por toda a região como uma praga. Hoje em dia, Lula é o cara bom, ao qual procuram tratar bem, em reação aos governos mais militantes na região. Nos EUA, não se publicam os comentários favoráveis de Lula a Chavez ou a Evo Morales. Eles silenciados porque não são o modelo. Continuação complemente essa matéria | | CRIMINALIZAÇÃO DOS MOVIMENTOS SOCIAIS | Set 27 | | Julgamento absurdo de jovens do MPL em Vitória (ES) Em março de 2008, em Vitória (ES), um grupo de jovens foram abordados enquanto faziam propaganda do Passe Livre em pontos de ônibus com stencil, e passaram a noite presos na delegacia da Praia do Canto. Diferente de muitos casos do gênero, o processo andou, talvez pelo cunho político, e uma audiência foi convocada logo para o mesmo ano. Os jovens, simplesmente, faziam inscrições por meio de um molde vazado (stencil) nos vidros dos pontos de ônibus do emblema do Movimento Passe Livre. Não provocando qualquer dano, até porque o local, como todos sabem - pelo menos os que usam ônibus -, é destinado justamente à afixação de cartazes. Quem está acompanhando de perto esse processo absurdo, logo percebe as posições ideológicas conservadoras e preconceituosas da juíza e da promotora pelos comentários rasteiros e desrespeitosos por elas proferidos. Como ao saber que um dos jovens cursava administração, uma delas fez a afirmação de que isso era muito bom, porque ele deveria aprender que "esse negócio de socialismo é coisa do passado" e que ele deveria se "tornar empresário, para ver como é bom alguém vir pichar o seu muro", ou dizendo ainda que isso era "coisa do Brasil", que não acontecia na Europa, mostrando o grau de seu desconhecimento sobre as lutas sociais dos estudantes franceses, gregos, italianos, etc. E ainda têm a coragem de exigir dos jovens que ao invés de protestar eles deveriam usar os canais legais, junto às "autoridades constituídas", as quais elas são o exemplo mais típico, tanto em mentalidade como nas suas práticas conservadoras, arbitrárias e desproporcionais, tidas como "em benefício da sociedade". O julgamento está marcado para o dia 8 de OUTUBRO deste ano, às 15h, na Vara de Infância e Juventude de Vitória. Os jovens acusados pedem a presença de todos e todas que puderem comparecer nesta data e local, o objetivo é pressionar a Juíza a arquivar ou a julgar de vez este processo. É importante salientar a importância de participar deste ato, porque o julgamento não é apenas de um grupo de jovens que estava usando o seu direito de manifestação. É o julgamento de mais um movimento social que, nos tempos atuais, tornaram-se alvo cada vez mais frequente de perseguição e criminalização por parte do estado. conteúdo relacionado: perseguição por stencil político em são paulo | MPL Curitiba - Nota - Violência policial em ato contra o aumento da passagem | Nota de repúdio ao presidente do STF Gilmar Mendes | Ativista do MPL é preso em Joinville | Brigada Militar elabora relatório que liga MST ao narcotráfico para criminalizar Movimentos Sociais no RS | Julgamento político de Marcelo Pomar será em maio | O povo Xukurú do Ororubá e a criminalização do movimento indígena no Nordeste | Pixação da Bienal de SP: quando as idéias voltam a ser perigosas complemente essa matéria | | ARGENTINA | Set 27 | | "Isto não é um despejo, é para matar trabalhadores/as" A polícia reprimiu brutalmente os trabalhadores e as trabalhadoras da Kraft Foods (ex-Terrabusi) que estavam dentro da fábrica, deixando um saldo de 65 pessoas presas e quatro feridas. Dentro do estacionamento da fábrica estavam mais de 300 soldados da polícia montada, de Buenos Aires e da guarda civil. O despejo violento foi realizado após às 17 horas desta sexta-feira (25/09) na fábrica de alimentos situada em General Pacheco. Por ordem do Juíz de Garantias 1 de San Isidro, Ricardo Costa. E executado pela procuradora Laura Capra e o chefe da Polícia do Setor de San Isidro, Omar Nasrallah. O conflito na fábrica de alimentos começou quando a empresa, Kraft Foods Terrabusi, demitiu 160 trabalhadores, incluindo os membros da Comissão Interna, vários delegados e três membros do STIA (Sindicato de Trabajadores de Industrias de la Alimentación), em retaliação a exigência feita pelos/as trabalhadores/as de medidas sanitárias para enfrentar a epidemia de Influenza A. Na fábrica haviam muitas trabalhadoras grávidas que corriam risco de vida por causa da epidemia. No dia 8 de agosto o Ministério do Trabalho ordenou a reintegração imediata dos 160 demitidos. A empresa de capitais ianques não cumpriu a medida, nem a convocação feita posteriormente pelo Ministério do Trabalho. Leia a matéria completa Vídeos: La represón | Asi se llevan a una obrera en Terrabusi | Gran marcha en Capital en repudio a la represión en Kraft-Terrabusi en Plaza de Mayo Áudio: Entrevista realizada a trabajadora de Terrabusi por La Colectiva Radio/Anred/ Indymedia Buenos Aires/ Agencia Walsh Links: Coletivo Indymedia Buenos Aires complemente essa matéria | | | |